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Nota de Pesar (18/06/2026)

A Universidade de Araraquara – Uniara comunica, com profundo pesar, o falecimento de seu Magnífico Reitor, Prof. Dr. Luiz Felipe Cabral Mauro.

Ao longo de sua trajetória, o Prof. Dr. Luiz Felipe Cabral Mauro dedicou sua vida à educação e ao fortalecimento da Uniara, deixando um legado de compromisso com a formação acadêmica, a produção do conhecimento e o desenvolvimento da sociedade. Sua atuação foi marcada pela liderança, pela visão de futuro e pelo permanente empenho em promover uma educação de excelência.

Neste momento de luto, a Uniara manifesta sua solidariedade aos familiares, amigos, professores, colaboradores, estudantes e a toda a comunidade acadêmica, compartilhando o sentimento de profunda tristeza e de gratidão pela inestimável contribuição do Prof. Dr. Luiz Felipe Cabral Mauro à instituição e à educação.

O velório será realizado na Funerária Fonteri, no dia 19/06/2026, a partir das 12h30, nas salas 1 e 2, e o sepultamento ocorrerá às 16h30.

Em homenagem à memória de seu Magnífico Reitor e em respeito ao luto que se abate sobre toda a comunidade universitária, a Universidade de Araraquara - Uniara suspenderá suas atividades acadêmicas e administrativas nos dias 19 e 20/06/2026, retomando seu funcionamento regular no dia 22/06/2026.

A Uniara rende sua mais sincera homenagem ao Prof. Dr. Luiz Felipe Cabral Mauro, cuja dedicação, liderança e compromisso com a educação permanecerão como inspiração e parte indelével da história da instituição.

Araraquara, 18 de junho de 2026.

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UNIARA

Em memória do Magnífico Reitor, Prof. Dr. Luiz Felipe Cabral Mauro
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E aí ansiedade, como vai?

Ana Cristina Alves Lima

Falar de ansiedade é falar de futuro, mas exatamente nesse ano de 2020 como falar de futuro com os acontecimentos presentes?

Não podíamos imaginar como seria 2020, mas em março, com o anúncio da pandemia, o mundo começou a se transformar de um jeito nunca visto antes. Lógico que a humanidade já passou por outras pandemias e doenças que se alastraram pelo mundo, mas, em pleno século XXI, era inconcebível pensar que um vírus poderia alterar tantas coisas: rotina, relações com as pessoas, com o trabalho, com a educação e, principalmente, com nossas certezas.

Como mencionei anteriormente, falar de ansiedade é falar de futuro, porque a ansiedade comum, aquela que todos sentimos, é um estado de humor orientado para o futuro, caracterizado por uma apreensão, pois não somos capazes de prever ou controlar os eventos que estão por vir, como se disséssemos: "algo pode dar errado e não sei se terei capacidade para lidar com isso, mas tenho que estar preparado".

E esse sentimento, sensação, é o que mais está presente neste momento. Não temos controle sobre o que está por vir, não temos prazos e vacina, e assim temos sobrevivido a esse 2020.

Todos temos medos e geralmente sabemos o porquê. O medo nos protege, desde muito pequenos, de nos colocarmos em riscos. Mas, e quando o risco não é visível aos olhos, não é palpável? Muitas pessoas ainda não acreditam na doença e nas consequências dela para a saúde.

A ansiedade é um mecanismo de defesa do nosso corpo e faz parte do funcionamento normal da fisiologia dos homens e dos animais, tanto a ansiedade quanto o medo podem ser bons, protegendo-nos ou nos preparando para reações de luta ou fuga. Por outro lado, também podem ser ruins se exagerados, interferindo no desempenho físico e intelectual.

E, nesse momento, nessa nova realidade de isolamento e de quarentena, nossos medos anteriores a esse momento vêm à tona e ganham visibilidade, que não teriam em outros momentos. Por isso, tantos sintomas e sensibilidade emocional.

Somos ensinados, "criados" para não sentirmos medo. A vencê-los, mas como enfrentá-los nessa nova realidade?

Nunca os cuidados com os aspectos psicológicos foram tão importantes como agora. Cuidar-se para ficar bem em casa, protegendo-se do externo e também lidando com o que está acontecendo em nosso interior.

O medo ativa nosso organismo para reações diante do perigo e, uma vez que a situação que gerou esse medo ou ansiedade desaparece, os sintomas também deveriam desaparecer. Mas, e quando os perigos permanecem?

A sensação de estarmos em perigo tem se prolongado, por isso tantas queixas de ansiedade e de questões relacionadas aos transtornos psíquicos.

Não sabemos quando tudo vai realmente "voltar ao normal", mas, o importante nesse momento, é acolher-se com suas angústias, medos, ansiedades e pensar na oportunidade de olhar para si, de rever conceitos, e formas de se relacionar com a vida e com os outros.

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