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Em defesa de mestrado, aluno do PPG em Ciências Odontológicas da Uniara analisa doses de corticoide em osseointegração

Publicado em: 01/04/2020

Em sua defesa de mestrado, o aluno do Programa de Pós-Graduação – PPG em Ciências Odontológicas da Universidade de Araraquara – Uniara, Vinícius Porto, abordou o “Efeito de diferentes doses pré-operatórias de dexametasona na osseointegração”. O estudo foi orientado pela professora Thallita Pereira Queiroz e coorientado pelo docenteJônatas Caldeiras Esteves.

“Foi um projeto bem interessante, realizado em parceria com a Universidade Federal do Rio de Janeiro, por meio do professor Jônatas. O objetivo foi avaliar diferentes doses de dexametasona, que é um corticoide comumente prescrito no pré-operatório de cirurgias odontológicas, tendo em vista que é muito eficiente para a regressão dos sinais e dos sintomas de inflamação, como dor e edema – inchaço. A literatura tem mostrado uma possível interferência, um atraso no processo de reparo ósseo e de tecido mole, quando se usa corticoide, mas não deixa claro qual é a dosagem prejudicial, e se afeta todo o processo de reparo ou só o início”, explica Thallita.

Os procedimentos, de acordo com ela, foram feitos em ratos, “mas o grande diferencial foi um cálculo alométrico feito para ver a equivalência da dose no humano para o rato”. “Então conseguimos, por meio desse cálculo, dizer que as doses que demos ao rato foram equivalentes às doses de quatro, oito e doze miligramas em um adulto, que são as comumente prescritas. Objetivamos avaliar isso, pois não havia nenhum estudo publicado sobre a interferência da administração de diferentes doses na osseointegração”, esclarece.

Como conclusão do trabalho, foi verificado “que existe uma interferência, um prejuízo na fase inicial da osseointegração com a dose de doze miligramas”. “Então, é um trabalho que abre um leque para inúmeros outros estudos, inclusive in vivo, em humanos, no futuro. Esse é o primeiro que mostra essa possível interferência, que sugere que o clínico não deva utilizar doses acima de doze miligramas”, destaca.

Thallita menciona que essa é a segunda parte de um projeto, cuja primeira foi publicada em uma revista especializada. “Foi a tese de doutorado de um orientado do professor Jônatas, e a segunda parte foi essa defesa de mestrado do Vinícius, que posteriormente será submetido para publicação também.O primeiro artigo foi divulgado em revista de alto impacto, o que mostra a relevância do tema, a ‘Archivesof Oral Biology’, que contou também com nossa participação – minha, do Vinícius e da egressa do PPG, Daniela Oliveira Marques”, finaliza.

Informações sobre o PPG em Ciências Odontológicas da Uniara podem ser obtidas no endereço www.uniara.com.br/ppg, pelo telefone (16) 3301-7408, pelo WhatsApp (16) 99642-9480 ou pelo e-mail mestradoodontologia@uniara.com.br.



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