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COMEA e SIMED do curso de Medicina da Uniara são marcados por grande receptividade por parte de seus alunos

Publicado em: 04/11/2019

O “II Congresso Médico Acadêmico – COMEA” e o “XII Seminário de Integração da Medicina – SIMED”, promovidos pelo curso de Medicina da Universidade de Araraquara – Uniara, tiveram grande receptividade por parte dos alunos da graduação, de acordo com o professor Luiz Roberto Basso Junior, membro da comissão organizadora, ao lado da docente Andrezza Furquim da Cruz. Os eventos foram realizados entre os dias 28 de outubro e 1º de novembro, nas unidades I e II da universidade e no Gran Hotel Morada do Sol.

“Como em todos os anos, são eventos bastante prestigiados pelos estudantes. Em cada edição, procuramos trazer assuntos novos e valorizar o trabalho dos alunos. Este ano, tivemos 98 trabalhos, sendo boa parte de iniciação científica - IC, o que mostra um engajamento na pesquisa, principalmente relacionada à saúde coletiva. A qualidade e o empenho dos alunos é bastante notável, refletindo nos ótimos trabalhos”, destaca Basso Junior, detalhando que, do total, foram 37 novos projetos de IC - quinze em andamento -, 26 revisões bibliográficas, dois relatos de caso e dezoito pesquisas da disciplina de “Metodologia Científica”, desenvolvida no semestre anterior.

Ele comenta que “foram trabalhos excelentes, sendo que muitos deles serão levados a outros encontros, principalmente científicos, nos âmbitos nacional e internacional, e certamente publicados em revistas indexadas”. “Por isso temos o Prêmio Edmundo Juarez, que contempla projetos de IC já executados. Esses projetos não só buscam dados sobre a saúde coletiva, como também proporcionam retorno para a sociedade, na forma de estratégias para melhorarem a realidade dessas pessoas”, diz.

Em relação à programação do SIMED e do COMEA, o docente lembra que foram trabalhados dois eixos: “Tratamento de urgência e emergência” e “Saúde Mental”. “Sobre o primeiro, tivemos palestras do Corpo de Bombeiros e do coordenador do SAMU de Ribeirão Preto e, a respeito do segundo eixo, não foi só relacionado a pacientes, mas também aos estudantes. Hoje em dia, passamos por um momento de transformação na sociedade, que acaba refletindo em cursos como o de Medicina, que exige muito do aluno. Trouxemos palestrantes do Hospital das Clínicas – HC de Ribeirão e da Faculdade de Medicina do ABC, que foram bastante elogiados pelos graduandos. Foi muito bom”, alegra-se.

Além das palestras, foram ministrados nove minicursos nos dois primeiros dias, “com participação não só de professores, mas também de alunos que estão se formando, que falaram de maneira muito próxima com os estudantes que estão nos módulos anteriores”. “Foi muito positivo. Os graduandos trabalharam duro durante o ano, gostaram muito de todas as palestras e se divertiram bastante. Foi bem informativo e também serviu como troca de experiências”, explica Basso Junior.

O balanço do SIMED e do COMEA ainda está em andamento, segundo o professor, “pois temos um programa de autoavaliação, que é um formulário preenchido pelos estudantes, de maneira anônima e, a partir disso, tentaremos, na medida do possível, fazer melhorias para os outros anos”. “Sempre procuramos atender essas demandas, já que o Congresso é feito para eles mesmos”, ressalta.

No último dia do evento, foi realizada a celebração de um ano do programa de tutoria do curso de Medicina. “Como sempre digo, nosso COMEA é aberto a diferentes atividades que venham agregar para a formação dos alunos - cursos, palestras, fóruns, mesas-redondas e atividades que sejam interessantes para os graduandos, não só de caráter informativo, mas também, fundamentalmente, formativo. É um dos grandes programas que temos para eles ao longo do curso. Muitas vezes, os estudantes estão ansiosos e até mesmo um pouco perdidos, no sentido de precisarem conversar com alguém e terem orientação de um futuro colega de profissão, um médico já formado que tenha experiência para acalmá-los e tentar resolver esses problemas. É um programa que fez um ano, extremamente útil para eles”, salienta Basso Junior.

O professor menciona que, dentro das atividades de comemoração, um médico deficiente visual do HC de Ribeirão “mostrou que, mesmo com todas as dificuldades, ainda atua, há muitos anos, desde o acidente que o deixou cego”. “Acho que isso foi muito importante para os alunos. É um programa que, cada vez mais, torna-se importante para eles”, reflete.

Ainda como parte da programação, foi realizada uma premiação, “um retorno para os tutores e tutorados, que foi muito válido”. “É uma atividade que poderemos incorporar definitivamente no COMEA”, aponta o docente.

Para 2020, Basso Junior revela que o SIMED e o COMEA devem sofrer melhorias. “Vamos buscar sempre desenvolver da melhor maneira possível as habilidades dos alunos e trazê-los para darem um retorno à sociedade, de maneira muito crítica, responsável e engajada. Precisamos de bons profissionais, sensibilizados com as necessidades das pessoas”, finaliza.

Informações sobre o curso de Medicina da Uniara podem ser obtidas no endereço www.uniara.com.br ou pelo telefone 0800 55 65 88.

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