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Matão tem projeto de hip hop nas escolas

Por: ROGÉRIO DE JESUS ROCHA DOS SANTOS

06/03/2015

O projeto Hip Hop desenvolvido em escolas públicas de Matão tem outro objetivo, além de incentivar o conheicmento e a prática dessa cultura popular junto aos estudantes:  mostrar que o mundo do crime e das drogas é cruel, triste e sem valor para a sociedade.

O projeto teve início em 2009 quando o professor de rimas Júlio Marcelo da Silva começou a divulgar o hip hop em uma rádio comunitária. O nome do projeto era conexão hip hop. Após alguns meses, Marcelo percebeu que tinha pouco apoio da rádio e então mudou o nome para Hip Hop nas Escolas e passou a contar com apoio do professor e coreógrafo de street dance (dança de rua) José da Silva.

Marcelo vem se dedicando ao projeto há quatro anos sem nenhum tipo de ganho, conforme declarou. Atualmente, faz coordenação de contatos com as escolas, é professor de rimas no projeto, além de cuidar da divulgação e da montagem de vídeos e textos.

 

O projeto tem revelado talentos como cantores e dançarinos de vários estilos. Segundo Marcelo, já passaram pelo projeto mais de seis mil alunos mas relata que nem todos levam a proposta a sério.

 Gabriela  entrou no projeto com 16 anos  e o considera "muito importante" em sua vida,  porque "estava andando em um caminho errado de tristeza e dor". O projeto provocou uma mudança positiva, avalia, em seu modo de viver. Hoje é cantora e professora do projeto e trabalha com muita dedicação. 

Anderson Cezàrio Lima é aluno e para ele o projeto representa uma oportunidade e um novo conceito de vida. "Temos que encarar a vida com honestidade e respeito pelo próximo visando um futuro melhor para todos", enfatiza.

O projeto não tem um apoio  fixo de financiadores ou patrocinadores. Mantém parceria voluntária com o grupo Mensageiros e com a ONG Carabi, que compartilham os mesmos objetivos. As pequenas despesas são bancadas pelos organizadores que se ressentem da falta de patrocínio e de investidores que acreditem no trabalho.

ORIGEM NOS EUA

 Segundo Julio Marcelo, a cultura Hip Hop surgiu nos EUA,  por meio do DJ África Bambaataa (pseudônimo de Kevin Donovan).  Segundo a enciclopédia online aberta Wikipédia, "além de ter inovado os paradigmas do electro [Bambaataa] também é reconhecido como sendo o pai do Hip Hop por ter sido o primeiro a utilizar o termo e dar as bases técnica e artística para o "Hip Hop" formando assim uma nova cultura que se expandia nos bairros negros e latinos da cidade de Nova Iorque e que congregava DJs, MCs, Writers (grafiteiros), B.boys e B.Girls (dançarinos de Breaking)". 

O Hip Hop é composto por quatro manifestações artísticas principais: o canto do rap (sigla para rythm-and-poetry), a instrumentação dos DJs, a dança do break dance e a pintura do grafite. O Hip-Hop emergiu no final da década de 1960 nos subúrbios negros e latinos de Nova Iorque. Estes subúrbios, verdadeiros guetos, enfrentavam diversos problemas de ordem social como pobreza, violência, racismo, tráfico de drogas, carência de infraestrutura e de educação, entre outros.

(Publicado em 8/3/2015 - 20h30)



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