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UNIARA

Ageuniara

Jovens participam da vida política na região

Por: SHESMANN BARSAGLINI DE FREITAS

24/09/2014

Segundo a pesquisa da Agenda Juventude Brasil 2013 , feita ano passado, 54% dos jovens de 15 a 29 anos consideram a participação política muito importante, 45% acreditam que a participação em mobilizações de rua e outras ações diretas ajudam a melhorar a atuação direta dos representantes políticos atuantes no Congresso Nacional, 34% atuam via internet, opinando e cobrando políticos e governantes e 30% estão militando em algum partido político brasileiro, como forma de ação política para fiscalizar e mudar os rumos o país. Soma-se também o fato de 1/3 dos jovens fazerem a distinção entre a figura do político, cujas práticas são condenáveis e irregulares e a figura dos que estão sem máculas em suas imagens.

Outro dado importante da pesquisa é que 46% dos jovens já participaram ou participam, atualmente, de algum movimento com bases políticas de mudanças e 39% manifestam nunca ter participado de entidades ou grupos, mas gostariam de participar.

Segundo informações do site http://participatorio.juventude.gov.br/ , de responsabilidade da Secretaria Nacional da Juventude (SNJ) da Secretaria Geral da Presidência da República, a pesquisa do  Observatório Participativo da Juventude, foi desenvolvida por um conjunto de consultoras, aplicada entre abril e maio de 2013 pela Gestão Venturi Associados, com a coordenação geral de Gustavo Venturi. A pesquisa contou com o apoio da UNESCO Brasil.

Os jovens estão mais interessados e dispostos a mudar o rumo da política no Brasil e, em nossa região, são vários os exemplos de estudantes que se filiaram a determinados partidos e levantam a bandeira como filosofia de vida.Bom exemplo disso é o estudante de Ciências Sociais da Universidade Estadual Paulista( UNESP),  Bruno Barbosa.

Filiado às causas sócias e filantrópicas de Araraquara(SP)  ele desabafa: “Poder ver crianças que nunca tiveram acesso e oportunidade de entrar em uma escola de balé, ou artes marciais, música ou pintura, faz com que a luta de cada partido em nossa região valha à pena”, diz.  

Segundo o estudante, ver também esses mesmos incentivos sociais sendo cortados ou boicotados por mudança de partidos na prefeitura é algo que não deveria ser aceito. “Mudar a gestão e ter de mudar todo o rumo do que lutamos por concretizar é inaceitável e frustante. Os partidos devem entender que somos a favor do povo e não das denominações políticas”,completa.

Mesmo os jovens que não saem em campo e nas ruas, a internet também é uma grande área de atuação. A comunidade "Movimento Reage Araraquara" no Facebook conta com quase 4.000 curtidores que acompanham e interagem isntantaneamente com todos os posts  publicados na página.

Com o objetivo explícito em sua página “Acompanhar, discutir, fiscalizar, cobrar de nossos representantes, posições que garantam a transparência dos atos públicos e coibir atos onerosos e criminosos contra os interesses da cidade!”, este movimento apartidário, sem fins lucrativos , ganha, a cada dia, mais curtidores, com feitos memoráveis como reunir mais de 12.000 assinaturas para reduzir os subsídios dos vereadores. ( acesse a FanPage  https://www.facebook.com/reageararaquara ).

A professora doutora Inayá Bittencourt e Silva, formada em Ciências Socias, Matemática e Pedagogia, docente do Centro Unversitário de Araraquara(UNIARA), no curso de Comunicação Social e sempre atuante quando o assunto é política, acredita que o jovem tem um caminho longo a trilhar. "Depois que o jovem conhece como é o sistema e a importância e a necessidade da Reforma Política, ele desperta mais um pouco.  Agora, sempre há alguns que são mais vocacionados que outros", sintetiza a docente.

Sobre participação e militância em algum partido, ela afirma que: “Nunca pensei em fazer parte de nenhuma filiação, leio três jornais diários e duas  revistas, tudo que há sobre política me interessa. Penso em entender a política para tentar despertar o senso crítico do que está certo ou errado. Existe um preceito pedagógico que você deve obedecer onde sua função como docente é  esclarecer as pessoas, mas nunca direcionar,fazer a cabeça de ninguém", observa..

 Inayá nos diz que foi amissíssima de Ruth Cardoso,  que era araraquarense . “Ela tinha formação em Antropologia, casou-se com Fernando Henrique,  filho do general Espírito Santo Cardoso e futuro presidente do Brasil. Não sei se haverá outras como Ruth, mas conheço mulheres bem dignas em nossa cidade. Ela foi criada para ser primeira dama. Há pessoas que , apesar de todo empenho e personalidade e acesso fácil à informações e estímulos múltiplos, hoje em dia,não sabem de sua vocação política.Para esses jovens é que existem as aulas de Política, os debates e palestras com entrada franca e os milhares de canais disponíveis na internet hoje em dia", ressalta.

O futuro parece ser promissor para sangue jovem na política brasileira. A geração considerada por muitos como inerte, devido ao excesso de informações e pelo ambiente virtual desperta em números para a mudança nos rumos políticos e sociais no nosso país e, mais especificamente, em nossa região , devido à sua riqueza e cultura.

(Publicado em 24/9/2014 - 19h18).



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