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Américo ainda não escolheu empresa que fará Estação de Tratamento de Esgoto

Por: EDNA ADRIANA NOVAIS MOREIRA

01/06/2012

Américo recebeu no mês de abril a primeira parcela, no valor de R$ 3 milhões, do Governo Federal, para a construção da Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) da cidade, mas o processo licitatório para escolha da empresa construtora, que já deveria ter sido realizado, está previsto para 18 de junho.

O município teve seu projeto, pronto desde 2009, aprovado pela Fundação Nacional de Saúde (FUNASA), e receberá um total de R$ 10,5 milhões para a construção da estação de tratamento.

Segundo Julio César Arantes Perroni, 60 anos, Diretor do Departamento de Água, Esgoto e Meio Ambiente (DAEMA), a estação terá capacidade para tratar 100% do esgoto produzido no município. A ETE provavelmente será entregue em maio ou junho de 2013, afirma Perroni.

A ETE foi projetada para atender as necessidades de uma população de 42 mil habitantes, estimada para o ano de 2030, aproximadamente 10 mil a mais do que o número de moradores que a cidade tem hoje.

A estação será construída na Fazenda Ponte Alta, em uma área desapropriada pela Prefeitura, a 1,5 Km da área urbana.

Em Américo, o sistema a ser adotado é o de reator anaeróbico, que levará o esgoto até a estação de tratamento através de canalizações.

“Esse sistema é mais vantajoso e prático do que as lagoas, tipicamente adotadas, pois a estação ocupará um espaço de 5 mil metros quadrados, não gerará odores e será mais prática e eficiente. Já nas tradicionais lagoas, há baixa eficiência, odores fortes e a área ocupada por elas chega a 250 mil metros quadrados”, explica Perroni.

Como a área ocupada por esse sistema é bem menor, há um planejamento para a construção de um Distrito Industrial Ecológico, ao lado da estação de tratamento, que seria realizado através de uma parceria público-privada.

Neste distrito seriam feitos um Centro de Educação Ambiental (CEA), para receber visitas de estudantes de toda a região, e uma Usina de Tratamento de Resíduos Sólidos. Assim Américo deixaria de usar o aterro sanitário de Guatapará e uma parte do terreno seria reflorestado. Mas são necessários R$ 60 milhões para a realização desse projeto.

Para os habitantes de Américo, a estação de tratamento de esgoto há muito já deveria ter sido construída. Lindiane Rios Brito, 26 anos, moradora da cidade, admite os benefícios que ela trará, mas lamenta a demora e o fato de todo o esgoto produzido no município ainda ser despejado em córregos que desembocam no Rio Mogi Guaçu.

Outras duas cidades da região, Gavião Peixoto e Nova Europa, receberam verbas do Governo Federal para a elaboração de projetos do mesmo gênero.

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