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Número de desistentes na USP de São Carlos é baixo

Por: ANA LÍVIA SCHIAVONE

22/06/2007

Estudos relatam que o número de desistentes na Universidade de São Paulo (USP) é muito alto, porém isso ocorre em apenas alguns cursos. Os cursos de línguas estrangeiras, por exemplo, têm um grande número de desistentes, pois os alunos ingressam e, por não gostarem, desistem. No geral o número de desistentes da USP é de 2% a 4% do total, que chega a 60 mil aproximadamente. Na USP de São Carlos não é diferente. O número de desistentes é baixo quando comparado com os alunos que concluem o curso.

Alguns dados obtidos na graduação do Instituto de Química da USP (IQSC) mostram que a desistência das vagas ocorre por vários motivos, entre eles, de alunos da região de Campinas que passam no vestibular da UNICAMP, por opção de curso errada, ou transferência para outros campi da própria USP.

João Betoni, chefe de serviço de graduação da Escola de Engenharia de São Carlo (EESC), diz que o número de desistentes na instituição também é mínimo. “Em 2006 tivemos no primeiro semestre, para um total de 2.178 alunos, 34 desistências (1,6%); no segundo semestre para um total de 1.974 alunos, tivemos 12 desistências (0,6%)", afirma.

No Instituto de Ciências e Matemática (ICMC), não existe um levantamento preciso, porém o número de alunos que não concluem o curso na Unidade fica em torno dos 20%. Ana Oneide Sales, chefe administrativo de serviço de graduação do ICMC, complementou que os problemas mais freqüentes são dificuldades financeiras, adaptação na cidade, além da descoberta de que o curso não era realmente o que se esperava.

“A idéia errônea do conteúdo abordado em determinado curso pode ser um dos fatores principais que contribuem para a desmotivação do aluno e, conseqüentemente, para a desistência”, afirma Ana Oneide, e conclui: “Atualmente foi notado aumento significativo em solicitações de trancamentos em decorrência de problemas emocionais, em especial depressão”.

Juliana Aguiar, ex-aluna de Engenharia Mecânica, explica que desistiu quando percebeu que o curso não era o que queria e foi concorrer novamente ao vestibular. João Marcos Silva, ex-aluno da química, desistiu por problemas financeiros que a família enfrentava, optando por trabalhar e estudar em um curso noturno de sua cidade. Daniel Souza desistiu porque passou no mesmo curso, mas em uma cidade próxima à sua. Ele cursava Engenharia Civil.

Os exemplos comprovam a constatação dos chefes de graduação, de que os desistentes são alunos que ingressaram pelo vestibular da USP, um dos mais concorridos do país. Há alguns transferidos que também desistem, mas é muito raro.

Na EESC e no IQSC, as vagas remanescentes são preenchidas pelo processo de transferência. Já no ICMC, “existem algumas regras a serem seguidas para o preenchimento das vagas provenientes de desistência, as quais podem ser preenchidas desde que os interessados estejam ainda no período inicial do curso”, explica Ana.

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