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Venda de genéricos aumenta 62% no primeiro trimestre

Por: WILSON LUIZ AIELLO

06/06/2006

Os medicamentos genéricos registraram aumento nas vendas, que superaram os 62% no primeiro trimestre deste ano em comparação com o mesmo período do ano passado. É o que revela uma pesquisa da Associação Brasileira das Indústrias de Medicamentos Genéricos.

O mercado farmacêutico total cresceu 4,7%. Entre janeiro e março deste ano foram comercializadas 40,7 milhões de unidades de genéricos no Brasil. As vendas somaram R$ 213,6 milhões.

Na região é possível confirmar esses números. Para Magali Piero, esteticista, usar o genérico era motivo de preocupação mas depois de uma conversa com Eugênio Cardinalli, médico endocrinologista e cardiologista de São Carlos, ela mudou de idéia. “Ele me explicou que o produto tem a mesma eficácia que o remédio de marca. Passei a comprar genérico economizando R$ 64 por mês”.

Para o médico Eugênio Cardinalli, os medicamentos genéricos são uma opção de economia, com o mesmo resultado. “Nas minhas receitas procuro sempre dar esta opção para os pacientes, orientando-os sobre a eficácia do produto”.

Jeferson Yachuda, farmacêutico, também sentiu esse aumento de vendas em sua farmácia. O produto já é referência para os consumidores. “Muitas vezes o médico prescreve o nome fantasia, mas hoje o consumidor está reagindo de forma diferente. A primeira pergunta é se tem o genérico”, constata.

Segundo Márcia Regina Magnane, presidente do Conselho Regional de Farmácias, a prescrição do medicamento genérico vai ser obrigatória nos serviço privados de saúde. O projeto de lei já está tramitando no Congresso. Isso facilitará a vida da população.

História

O medicamento genérico foi instituído no Brasil em 1999, pela lei 9.787, de 10 de fevereiro. Em 3 de fevereiro de 2000 foram registrados os seis primeiros medicamentos genéricos do país: ampicilina sódica (antibiótico), cefalexina (antibiótico), cloridrato de ranitidina (antiulceroso), cetoconazol (antibiótico), furocemida (diurético) e sulfato de salbutamol (broncodilatador). Hoje são 1.847 medicamentos genéricos no país produzidos em 66 laboratórios. Francisco Maricondi Netto, comerciante, afirma que a escolha pelo medicamento genérico é baseada no simples fato do fator econômico, aliado à mesma qualidade dos produtos de grandes marcas.

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