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Empresários investem em Central de Embalagens de Agrotóxicos

Por: EDGAR SANTA ROSA ESTEVES

12/11/2004

Uma Associação de empresários de Araraquara (SP), juntamente com o Instituto que representa os fabricantes de defensivos Agrícolas no Brasil, assinaram, em 20 de outubro de 2004, acordo de R$ 350.000,00 para implementar, no Pinheirinho, periferia de Araraquara (SP), a central de recolhimento de embalagens de Agrotóxicos.

A Associação das Revendas de Insumos Agrícolas de Araraquara e Região(ARIAR), juntamente com o Instituto Nacional de Processamento de Embalagens Vazias(INPEV), efetivaram a licitação e contrataram a J G B Comercial Ltda., construtora que iniciará as obras no próximo dia 16 de novembro.

Ela será erguida em uma área de 6.500 metros quadrados, cedida pela prefeitura, onde hoje funciona o posto de recebimento de embalagens de Agrotóxicos.

As obras implementarão 836 metros quadrados de área coberta e 4.126 metros quadrados de pavimentação. Segundo Antonio Tadeu Guerra, superintendente da central de embalagens de Araraquara, o objetivo é alocar na central, até 2006, quatro prensas e seis funcionários. "Inicialmente, deveremos processar dez toneladas mensais de embalagens. O objetivo é atingir 40 toneladas mensais a partir de 2006", diz Guerra.

Para o presidente da ARIAR, o engenheiro agrônomo Evandro Pacheco Lustosa, a central vem atender, mesmo que tardiamente, os anseios ecológicos da região.

Somente o cultivo de cana-de-açúcar, na micro região de Araraquara, coloca no campo aproximadamente 250.000 embalagens de Agrotóxico por ano. "Se incluirmos nesses cálculos os cultivos de cereais, Cítrus e outros que utilizam defensivos, esse número pode dobrar ou mais que dobrar" diz Lustosa.

O material recolhido do campo tem dois destinos, a reciclagem ou a incineração. Somente são recicladas as embalagens que os agricultores lavam por três vezes. É o processo a que se denomina "tríplice lavagem".

"Nossa central não receberá, em nenhuma hipótese, as embalagens que não estejam lavadas. Contaminadas, só as que não podem ser lavadas", alerta Guerra.

Atualmente, com as embalagens recicladas são produzidos tubos conduíte para fiação elétrica.Para o presidente da ARIAR, a Central deverá, além de receber as embalagens, predispor ao agricultor um local onde ele possa reciclar ou adquirir os necessários conhecimentos, para o correto manuseio dos agrotóxicos.

Para o engenheiro agrônomo Valério Tadeu Laurindo, da empresa de assessoria técnica FORBB,a central de recebimento de embalagens de agrotóxicos é muito bem vinda. "No meu tempo de estudante, não havia uma orientação confiável. Recomendava-se enterrar as embalagens e colocar aviso com caveirinha na superfície", relembra.



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