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Aleitamento materno previne doenças

Por: BRUNA MARIANE BOTTURA

15/10/2004

O leite materno, de vital importância para os bebês, é julgado por muitos como fraco e tem sido substituído por outros tipos de leite que não oferecem os nutrientes necessários para a formação da criança.

O aleitamento de bebês, com leite de vaca, ou leite em pó, sem adição de ferro, aumenta o risco da criança ser mais suscetível a desenvolver doenças como a anemia, se comparado à amamentação com leite materno.

Além da anemia, a deficiência de ferro pode causar alterações na pele e nas mucosas, diminuição de peso, problemas no sistema imunológico e prejudicar no desenvolvimento físico e psicológico da criança.

A amamentação diminui as chances de a mãe ter câncer de mama e de ovário, além de protegê-la da perda de sangue em grande quantidade depois do parto.

De acordo com o médico pediatra Dr. Elcio Piacente, no início do aleitamento, a criança recebe como alimento o colostro, nome dado ao leite produzido nas primeiras 72 horas. É rico em nutrientes e concentrado de anticorpos. É a primeira vacina do bebê. “Não existe leite materno fraco, é um leite insubstituível que tem proteção e dá imunidade à criança”, enfatiza o médico.

O aleitamento até os seis primeiros meses não necessita de complementos como outros tipos de leites, mingaus, suquinhos ou papinhas, ele evita a diarréia, doenças pulmonares e infecciosas, além de facilitar a digestão e não sobrecarregar o intestino e os rins do bebê. “Isso explica porque as feses do bebê são aguadas e a urina é bem clarinha e abundante”, ressalta Dr. Elcio.

Segundo Adriana Resende, uma das mães recém lactantes, que não pode amamentar, devido ao uso de fortes medicamentos, o cuidado com o bebê deve ser dobrado, uma vez que não há produção de anticorpos suficientes para proteger a criança contra doenças. “Tenho que dar vitaminas e tomar o máximo de cuidado possível com meu bebê”, diz Adriana.

Entre os fatores relacionados à má amamentação está o posicionamento incorreto da criança, a ocorrência de ferimentos no mamilo e o fato de a maioria das mães não deixar que a criança mame o tempo suficiente.

O pediatra explica que é necessário que o bebê pegue corretamente o bico do seio, cobrindo toda a região areolar para não machucar. “Metade das pacientes não sabe amamentar”, conclui.

Silvia Martins, que amamenta há sete meses, diz que a criança tem fácil digestão e até agora não desenvolveu nenhuma doença infecciosa.“O aleitamento materno além de ser essencial para a saúde e formação dos bebês transmite amor e carinho”, afirma Silvia.

Para que a criança permaneça sempre forte e saudável, é necessário que as mães amamentem os bebês no peito no primeiro ano de vida e que, a partir do sexto mês completem a dieta com alimentos ricos em ferro, como carnes em forma de patê, frutas e legumes.



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