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Cana pode ajudar na cura de doenças

Por: CLAUDIA DE CASSIA BARBOSA

05/10/2004

Uma proteína de defesa da cana-de-açúcar identificada pelos pesquisadores da UFSCar, mostrou-se eficaz contra fungos que atacam a cana e outras plantas de valor econômico, de modo que, com o tempo, pode se tornar um produto natural contra pragas.

A canacistatina, como é chamada, ganhou a perspectiva de aplicações diretas na saúde humana por inibir a ação de catepsinas, proteínas que participam do surgimento ou da evolução de doenças como osteoporose, artrite reumatóide e mal de Alzheimer.

A descoberta da canacistatina é resultado da análise da função de cerca de 50 mil genes seqüenciados ao longo do Programa Genoma Cana ou Sucest, encerrado no final de 2.000.

Em São Carlos(SP), o geneticista Flávio Henrique da Silva e sua aluna de doutorado Andréa Soares da Costa, que integravam uma das 70 equipes de seqüenciamento e análise dos genes, chegaram à proteína comparando genes de cana e de outras plantas que participam de mecanismos de defesa contra fungos.

Inicialmente, Silva e Andréa testaram a proteína contra uma espécie inofensiva de fungo filamentoso, o "Trichoderma Reesei", empregado industrialmente por produzir enzimas utilizadas na fabricação de tecidos e papel.

O fungo foi escolhido por ter sido o organismo adotado nos testes de outra molécula desse gênero, descrita há dois anos. Desde o início, a proteína da cana exibiu uma estrutura semelhante à do arroz, aplicada experimentalmente contra o besouro que ataca a alfafa.

Na pesquisa aplicada à saúde humana, a equipe da UFSCar e o grupo de Adriana Carmona, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), demonstraram que a canacistatina inibe a ação de Catepsinas lisossomais, que, além do seu papel fisiológico normal, integram os processos biológicos que originam problemas como osteoporose, câncer, distrofia muscular ou doenças do coração.



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