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Psicóloga analisa uso intenso do Pokémon GO

Por: ISABELA CRISTINA MARQUES LUIZ

31/08/2016

O desenho do Pokémon estreou no Brasil em 1999 na rede Record e foi criado no Japão, a série é cheia de efeitos especiais tendo vários monstrinhos e cada um tem seu poder, o mais conhecido deles é o Pikachu. No jogo, o garoto Ash, tem que capturar o maior número possível de Pokémons, e no jogo Pokémon GO não é diferente.

Ao utilizar a realidade aumentada que é um aplicativo onde mistura a realidade com o mundo virtual, que no caso desse jogo seria os Pokémons. O jogo faz com que os jogadores se desloquem de suas casas para capturar os monstrinhos atingindo o objetivo do jogo, e por ficarem tão concentrados na tela de seu celular, não prestam atenção no que está acontecendo ao seu redor.

Por conta desses descuidos, várias pessoas já se machucaram, caíram na rua, tropeçaram e, até mesmo, foram atropelados, por estarem “vidradas” no que está acontecendo no jogo. Algumas pessoas utilizam seus automóveis para procurar os Pokémons.

“Alem de trazer o universo do Pokémon, o aplicativo está contribuindo para criar uma sociedade zumbi, por esquecerem do mundo real e se envolvendo com o mundo virtual. O que antigamente eram os jogadores que controlavam os personagens e o jogo, hoje é os jogos é que controlam os jogadores, controlando sua mente para fazer apenas o que o jogo pede”, relata a psicóloga Paula Mendonça, de Araraquara (SP).

O Pokémon GO foi lançado em Julho desde ano para celulares android e IOS. O jogo utiliza o GPS e a câmera dos aparelhos fazendo com que os jogadores localizem os monstrinhos e então comecem a caçar e travar as batalhas para poder capturá-los. “Mas, com isso, a empresa tem a possibilidade de acessar contas no Google do jogador, como por exemplo entrar em seu e-mail entre outros. O aplicativo registra a localização de cada jogador por estar com o GPS ligado para procurar os Pokémons. Eles conseguem até verificar o último site que cada pessoa visitou, quer dizer, privacidade zero", alerta a psicóloga.

Além de não terem privacidade nenhuma por serem monitorados onde cada jogador está, tem o problema de acidentes. O número de furtos de celulares aumentou, as pessoas ficam desligadas do mundo real e “hipnotizadas” com o jogo, e esquecem dos perigos da vida real. “Isso prova como as pessoas estão cada vez mais envolvidas e absolvidas pela tecnologia, misturando o real com o imaginário, e isso não é uma coisa muito boa”,  finaliza Paula.

Publicada em 31/08/2016 às 20h21.



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