Ageuniara

Matão oferece cursos e oficinas gratuitas

Por: CAMILLA CRISTINA DE SOUZA

04/03/2015

O projeto Fronteiras Brasil (Festival Internacional de Arte), que é coordenado pelo iraniano Khorso Adibi, reúne artistas de vários países, como Dinamarca, Noruega, Itália, Chile, entre outros, veio para o Brasil para que os artistas  trocassem suas experiências e passassem adiante seu conhecimento.

Por conta disso, eles necessitavam de um espaço onde os artistas pudessem produzir seus trabalhos. Em Matão (SP), um espaço multiplicador de cultura, a ONG Ocara junto com a prefeitura municipal, buscaram uma sede para abrigá-los.

O local concedido foi uma antiga escola de 1925 no bairro do  Boa Vista, em 22 de dezembro de 2011.  Surgiu, então, o Projeto Casa PIPA (Plataforma Internacional de Produção Artística) que foi inaugurado com intuito de promover oficinas culturais de teatro, dança, leitura, artesanato, e artes.

A ONG Ocara é uma organização Não Governamental, sem fins lucrativos, fundada em 13 de Fevereiro de 2001, composta por matonenses com a finalidade de desenvolver projetos voltados à cultura, meio ambiente e cidadania.

A ONG realiza o projeto Casa PIPA, mas também manifestação à natureza, com distribuição de mudas de árvores, conscientização e reciclagem de sacolas.

Segundo a diretora do Departamento de Cultura,  Lygia Christina de Oliveira Simão Nicolucci, o objetivo da Casa PIPA é fazer que um maior número de pessoas se interessem pelos projetos, e mostrar aos jovens outra linguagem, uma linguagem que faz parte da cultura popular, e assim aumentar seu conhecimento.

De acordo com Lygia, o espaço é aberto para qualquer pessoa. “ As oficinas, especificamente, são para crianças a partir dos 12 anos, mas o local também é cedido para a Associação Amigos da Viola e a Companhia Labirinto de Teatro, que funciona há cinco anos”, explica.

A “Vadre Teatro” foi à Companhia que nasceu dentro da Casa PIPA, que é do Núcleo de Teatro Experimental, e conta com dez integrantes que participavam do projeto.

“ A Casa PIPA tem uma formação mais humana do que estritamente de um tipo de linguagem artística, a grande questão da PIPA é que as pessoas que frequentam o projeto são pessoas que certamente pensam mais ativo, sobre as questões humanas na sociedade, elas refletem sobre a vida, e isso hoje em dia falta na sociedade”, acrescenta o professor e diretor do projeto Casa PIPA, Juliano Ricci Jacopini.

Publicado em 04/03/2015 às 19h52.

 


 



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