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Crianças e adolescentes de Araraquara participam de estudo sobre a dengue

Por: SIMONE FERRAREZI DE OLIVEIRA

24/09/2014

Cerca de 3.400 moradores de Araraquara(SP) com idade entre 2 e 16 anos estão sendo convidados para participarem de um estudo sobre prevalência e incidência de dengue na cidade.

As instituições responsáveis pelo estudo são: o Hospital das Clinicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP), O Instituto de Patologia Tropical e saúde pública da Universidade Federal de Goiás,  e o Serviço Especial de Saúde de Araraquara (SESA),  representado pelos pesquisadores responsáveis, o médico Walter Figueiredo e a enfermeira Ângela Costa.

Este estudo vai permitir saber quantas pessoas (crianças/adolescentes) já tiveram dengue no passado e quantas vão ter durante os próximos três anos, (que é o tempo de duração do estudo) e tentar descobrir porque algumas pegam dengue e outras não.

Segundo Figueiredo, as informações mapeadas durante esse estudo poderão ajudar a evitar novos casos no futuro, monitorar áreas com maior incidência e a planejar a vacinação contra a dengue, quando está estiver disponível.

"O primeiro contato com essa criança ou adolescente é feito pessoalmente, enfermeiras vão até a residência, para conversar e orientar os pais e filhos e o preenchimento de um formulário. Em seguida, é realizada uma coleta de sangue para verificar se a criança e/ ou adolescente já teve dengue no passado", explica.

"Durante os três anos de acompanhamento toda vez que o participante tiver febre, será colhida uma nova amostra de sangue para saber se a febre foi causada pela dengue ou não, se caso não for é fornecido um hemograma para apresentar ao médico responsável pela criança ou adolescente. A cada ano é marcada uma visitada para coleta de sangue adicional, pois, às vezes, o vírus da dengue não causa febre ou outros sintomas", completa

O estudo não oferece risco algum ao participante, exceto um pequeno desconforto pelo procedimento da coleta de sangue, já o benefício é o de ficar sabendo se já teve dengue no passado, e se terá dengue durante os anos de estudo, além de contribuir para conhecimentos sobre a transmissão de dengue no Brasil, assim como para o desenvolvimento de medidas de prevenção e controle de epidemias.

"Hoje, o mosquito da dengue está cada vez mais ativo e já se prolifera em locais com qualquer tipo de água e não mais só no verão, por esta razão devemos ficar atentos a tudo principalmente limpeza de locais propícios para criadouros do mosquitos, procurando não deixar água parada em nenhum local, a dengue é um problema de todos", finaliza Figueiredo.

Segundo  Ricardo Alexandre da Silva, 34 anos, pai de T.C.F.S, 14 anos, essa pesquisa é muito importante. "Fico sabendo se minha filha já teve dengue, e fico menos preocupado se ela tiver febre, pois eu sei que posso entrar em contato com  os responsáveis e terei como saber se é Dengue ou não, além de estar contribuindo para o estudo de uma doença que a cada dia faz mais vítimas”, opina.

(Publicado em 25/9/2014 - 12h14).



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