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UNIARA

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Bairros de Araraquara mantêm costumes tradicionais

Por: AMÉLIA CAROLINA ALVES DA CUNHA

17/04/2014

Apesar de a indústria ter praticamente dominado o mercado, algumas famílias ainda insistem no charme de comprar alguns produtos de um jeito bem simpático. Vendedores informais passam, em dias combinados, pelos bairros vendendo, ovos, produtos de limpeza, verduras, geleias, doces, ou seja, o que a época do ano permitir.

A preocupação com o meio ambiente faz parte do cotidiano de Gerino,como é popularmente conhecido, que só vende o que é comum na estação do ano. Dessa forma, não compromete o solo, tampouco desperdiça o que dá no seu quintal. É muito comum vê-lo pelas ruas do São José, bairro tradicional de Araraquara(SP), vendendo geleias e licores, jabuticaba.Somente quem tem um pé em casa, sabe o quanto que se desperdiça na época de colheita.

É o que conta o professor de inglês Danilo Cesar Paulino, 30, morador do São José desde que nasceu. Ele costuma comprar os produtos do Gerino, que também mora no bairro. “Ele é conhecido por todos e sua passagem é esperada com ansiedade. Já é tradição. Comer verduras colhidas de uma horta que você conhece a procedência. É um privilégio do interior“,elogia.

Percebe-se então,da parte do consumidor , além de um cuidado com o meio ambiente e com o vizinho, já que o mesmo, muitas vezes, depende desse “extra” para o sustento da casa e da família, uma real e constante preocupação com a qualidade do produto que ingere. Estes, costumam vir de uma produção caseira, sem agrotóxico. “Fico tranquila em alimentar a minha filha com verduras colhidas da horta”, diz a vendedora Célia Adriana Alves, 32.

E não são só alimentos que ganham essa fatia do mercado, produtos de limpeza vem sendo cada vez mais procurados. É o que diz o casal Ivete Campos da Silva, 60, e Nelson Alves Maia, 65, moradores da Vila Xavier. “Algumas pessoas ao se aposentarem, se encontram diante de duas dificuldades iniciais. A primeira é a de se manter com a aposentadoria e o ócio imposto pela nova condição”, revelam. Driblar essa situação de um jeito criativo e eficiente foi a maneira que eles encontraram.

O casal produz de maneira artesanal cerca de 15 produtos de higiene, que vão de detergente a óleo corporal. A venda ocorre de uma forma bem informal. “A princípio era só a família, agora alguns vizinhos também se interessam, o que acabou melhorando a nossa renda”, conta Maia.

A Vigilância Sanitária diz que não convém comprar produtos sem etiquetas, pois não há como saber a procedência, tampouco evitar contato com alguns ingredientes que o consumidor possa ter alergia, além de problemas básicos, como manipulação no preparo e contaminação. Em relação aos produtos de limpeza, não tem como saber a real eficácia de desinfetantes, ou hidratantes, por exemplo,já que os mesmos, por serem produtos de origem artesanal, não passaram por testes.



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