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Sem medo: pessoas largam o emprego em busca de felicidade

Por: NATHÁLIA CAROLINE PEREIRA DIAS

16/10/2013

Largar emprego, vender a casa, juntar dinheiro, e correr atrás de um sonho parecem coisa de cinema, fora de um mundo real, onde as pessoas tem que trabalhar, ter bens e estabelecer uma família. Mas tem gente que com a coragem e a determinação vive pela filosofia de que sem o sonho é impossível viver e ser feliz.

Um exemplo disso é Priscila Alasmar, de 26 anos,de Araraquara(SP), que foi em busca da sua felicidade. Formada em Direito e infeliz com a sua profissão, largou tudo para fazer o que mais gosta e o que a sustenta hoje: a fotografia.

“Eu tinha um apartamento, um ótimo salário, uma vida confortável, mas descobri que não era feliz. Hoje, quando eu estou trabalhando, parece que estou no fim de semana fazendo algo que realmente gostaria de estar fazendo, a fotografia me encanta, e me faz sentir a pessoa mais realizada do mundo”, afirma.

Fernando Andrade, de 32 anos, mudou de profissão ao se deparar com um problema de muitos que trabalham em grandes empresas: o estresse. Ele atuou no mercado financeiro por mais de dez anos e estava na área de automação comercial . Foi a partir daí que pensou em ir fazer o que gosta. “Decidi fazer o curso de Clown. Adorei, e me descobri. Lembro-me que quando saí do primeiro dia de aula, fui a pé para casa, olhando as estrelas e sentindo tudo lindo e mágico”, diz.

Depois de fazer vários cursos, o "empresário" Fernando se transformou no palhaço. “Sou muito feliz por isso. Hoje vivo dessa arte. Claro que tive e tenho um grande apoio da minha mulher, Claudia Lima, 28 anos. Assim ficou muito mais fácil assumir esse dom que estava guardado, esperando o tempo certo para despertar”,afirma.

A psicóloga Fernanda Baldim, de 39 anos, de Araraquara acredita que para largar tudo e ir viver seu sonho,ou seja, fazer o que gosta, é uma mudança bastante significativa."Já tive pacientes que mudaram completamente de profissão para serem felizes, e com famílias formadas. Elas sempre me procuravam para saberem minha opinião. Eu procurava dizer que se é para ser feliz é válido qualquer coisa mas sempre com a cabeça no lugar, um Plano B, pois eles têm uma família para sustentar, e também o que você gosta de fazer pode não dar certo", completa.



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