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UNIARA

Ageuniara

Presidente de clube revela dificuldades para disputa da Segundona

Por: FÁBIO RODRIGO PENARIOL

24/02/2012

No futebol paulista, os clubes da segundona – que na verdade seria a quarta divisão – são os que mais passam por dificuldades. A Ageuniara entrevistou Leandro Fonseca, presidente do Jaboticabal Atlético, uma das equipes que irá disputar a competição.

A principal dificuldade citada por Fonseca é a questão financeira. Geralmente, os pequenos clubes sofrem para conseguir patrocínios, sendo que quando conseguem, os valores são baixos se comparados com as equipes grandes, que recebem milhões de reais.

Na quarta divisão paulista os times recebem de seus patrocinadores cerca de R$ 15 mil por mês, segundo Leandro. Dependendo do clube, os valores podem atingir números mais altos, mas não muito acima da média dos outros. “Os patrocinadores ajudam muito, mas os valores que são arrecadados não são suficientes nem para pagar a folha salarial do clube”, argumenta.

Valores

A folha salarial do Jaboticabal Atlético em 2011 foi de R$ 15 a R$ 20 mil, mas em outras equipes pode chegar a mais de R$ 30 mil, segundo o presidente. Há gastos com a inscrição do clube na CBF (Confederação Brasileira de Futebol) e na FPF (Federação Paulista de Futebol) nos valores de R$ 1.500 e R$ 2.700, respectivamente.

Também são somadas a esses valores, as taxas de transferência de jogadores contratados, que podem atingir até R$ 500 por atleta.

A Federação Paulista dá uma assistencia de R$ 13 mil para a disputa do campeonato, que acaba sendo gasto rapidamente. Outro fator que complementa a renda mensal dos clubes é a venda de ingressos, mas nem sempre ajuda, pois quando o time está mal a torcida não comparece.

Leandro informou que outro problema que afeta os times pequenos é a dificuldade de manter jogadores por mais de um ano. “Muitos jogadores são contratados apenas para a disputa do campeonato paulista, já que não disputamos outras competições; então ficam livres para acertarem com outro clube após o término da Segundona”, justifica.

Apesar de todos os problemas o futebol do interior não acaba e, provavelmente, não deixará de existir. Entretanto, está muito longe dos clubes de menos expressão encontrarem uma solução para esses problemas. Aos que conseguem alguma glória, é por causa de investidores e bom planejamento.

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