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Depressão preocupa especialistas

Por: JÉSSICA MENDES DA SILVA

24/11/2010

A psicóloga, Angela Teresa Molinari Massocato,de Matão(SP)afirma não existir um fator principal para a depressão. “É sempre a somatória de motivos. Os mais comuns são falta de conhecimento pessoal, desvalorização pessoal, contexto familiar, entre outros. Mas, creio que realmente o que deprime uma pessoa é não saber lidar com suas emoções em função de não se conhecer”,diz ela que atua na área da Psicologia, há 26 anos, e está constantemente lindando com a depressão de seus pacientes.

“A depressão é uma doença cada vez mais comum. Ela não escolhe nem sexo nem idade. A primeira providência é encarar que ela se instalou e procurar um profissional. Geralmente é preciso entrar com medicação, então entendo que o primeiro passo é identificar o que está acontecendo (não achar que isso passa). O mais importante é saber que a pessoa não consegue fazer um monte de coisas, e não adianta falar para ela se esforçar que vai conseguir”, acrescenta a psicóloga.

Ela afirma que quando um paciente procura um psicólogo para tratar de depressão, por exemplo, busca a cura milagrosa e rápida para problemas ou situações que se arrastam muito na vida dela. "Eu adoto sempre a postura do excessivo cuidado, orientando a família, e dando suporte fora das sessões. A Psicologia tem sempre o papel de resgatar o lado saudável da pessoa, na depressão e em outras patologias”,comenta Angela.

Afinal, o que causa a depressão?

Segundo informações do site: http://boasaude.uol.com.br "a depressão é uma doença caracterizada por um estado de humor deprimido. A pessoa fica angustiada, desanimada, sente-se sem energia e uma tristeza profunda, às vezes acompanhada de tédio e indiferença".

De acordo com o site, "quando os sentimentos são muitos e confusos, o indivíduo pode ter a impressão de que não tem sentimentos. As atividades normais do dia-a-dia passam a não ter mais importância e a pessoa passa a encarar até as tarefas mais simples como se fossem um grande esforço".

Conforme o site, "a vida perde a cor e a pessoa perde o interesse por tudo, inclusive seus hobbies preferidos, amigos e até o sexo. Há mudança do apetite (que pode aumentar ou diminuir), alterações do sono (sendo mais comum a insônia).Geralmente a pessoa deprimida prefere ficar isolada, num lugar onde possa ficar só. Assim, doença interfere com o trabalho e a vida da pessoa, podendo mudar até a maneira como o indivíduo pensa ou age".

O site ainda informa que "a doença se manifesta quando há uma alteração na comunicação entre as células cerebrais, os neurônios, causando um desequilíbrio químico-fisiológico. Essa comunicação é realizada por substâncias chamadas neurotransmissores. No caso da depressão, são importantes duas dessas substâncias: a serotonina e a noradrenalina. Elas estão envolvidas em todos os processos responsáveis pelos sintomas da doença".

Depressão infanto-juvenil

De acordo com a psicóloga Angela,a depressão infantil existe "e, infelizmente, cada vez mais”,revela.Segundo informações da revista Superinteressante (edição 62) "o Transtorno Depressivo Infantil é um transtorno do humor capaz de comprometer o desenvolvimento da criança ou do adolescente e interferir com seu processo de maturidade psicológica e social. São diferentes as manifestações da depressão infantil e dos adultos, possivelmente devido ao processo de desenvolvimento que existem na infância e adolescência".

De acordo com a revista, "a depressão na criança e/ou adolescente pode ter início com perda de interesse pelas atividades que habitualmente eram interessantes, manifestando-se como uma espécie de aborrecimento constante diante dos jogos, brincadeiras, esportes, sair com os amigos, além de apatia, e redução significativa da atividade. Às vezes pode haver tristeza".

Conforme a revista "de forma complementar aparece diminuição da atenção e da concentração, perda de confiança em si mesmo, sentimentos de inferioridade e baixa auto-estima, ideias de culpa e inutilidade, tendência ao pessimismo, transtornos do sono e da alimentação".

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