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Em busca de um sonho, atletas do futebol feminino ficam longe da família

Por: VERIDIANA GOMES OLIVEIRA BARBOSA LIMA

17/11/2010

Atletas de futebol feminino vêm de outras cidades com o objetivo de se tornarem profissionais. Em Araraquara, as meninas da categoria sub-20 de futsal vindas de longe ficam até um ano sem visitar a família, em busca de reconhecimento e sucesso.

As dores musculares e o cansaço após o treino puxado não são as únicas dificuldades no fim do dia. Elisane Cristina Sgarbi, 17 anos, também enfrenta a saudade dos pais e a distância de sua cidade natal para tentar realizar o sonho de se tornar jogadora profissional. E não só ela. Essa é uma realidade que está presente na vida da maioria das jogadoras de futsal feminino da cidade.

Vindas de outras cidades, por paixão ao esporte, desde muito jovens deixam suas famílias e cidades para trás para assumirem a responsabilidade de morar sozinhas e conciliar os treinos com os estudos.

Em Araraquara, as meninas da categoria sub-20 de futsal usam a jogadora Andrea Rosa como exemplo para atingirem seus objetivos. Recentemente Andrea foi convocada para jogar pela seleção brasileira em amistosos na Europa. E com esse intuito as garotas suam a camisa no time de futsal feminino do COC/FUNDESPORT.

O time está em ascensão nos campeonatos regionais e estaduais, obtendo boas colocações e revelando novas jogadoras para o futsal nacional. Exemplo disso foi a contratação das jogadoras Tamires a Ana Merlin pelo Corinthians. E o objetivo é revelar mais jogadoras em 2009.

O treinador Leonardo André Mendes, que comanda a equipe desde 2004, afirma que para as atletas a realidade não é nada fácil. “Elas vêem que é difícil sobreviver da modalidade. Muitas jogam com um sonho, mas buscam outros rumos fora do esporte. Nós tentamos orientá-las e encaminhá-las para que façam as melhores escolhas para suas vidas”.

Elisane personifica a luta e a dedicação que o esporte exige. Desde os 15 ela joga futsal fora de sua cidade natal, Ubiratã no Paraná. Iniciou a carreira jogando no time Seleto, em Maringá. E foi contratada no ano passado pelo time de Araraquara, que oferece melhores condições e suporte às jogadoras, como acompanhamento psicológico e ajuda de custo para moradia e alimentação.

Para ela, o objetivo é claro: crescer cada vez mais e chegar à Seleção. Em uma rotina puxada de treinos e jogos, ela aprende a cuidar de si mesma. “Por um lado é bom, você se diverte longe de casa, mas por outro lado aumenta muito a responsabilidade.

Keila Amaral, 18 anos, sente como a maior dificuldade a saudade da família: “Ano passado só vi minha família uma vez", afirma.

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