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Sacolas plásticas serão proibidas no comércio de Descalvado

Por: VITOR HUGO FRANCESCHINI DE CARVALHO

21/09/2010

Desde janeiro de 2010, quando foi celebrado um Termo de Ajuste de Conduta (TAC) entre o Ministério Público e os supermercadistas de Descalvado(SP), para que os estabelecimentos deixassem de fornecer sacolas plásticas,o comércio local vive um processo de readaptação.

As sacolas plásticas deverão ser proibidas definitivamente do comércio da cidade a partir do dia 1° de janeiro de 2011. O fato foi discutido em Audiência Pública, proposta pelo Ministério Público local, no último dia 1° de setembro. A audiência foi comandada pelo promotor da cidade e propositor da lei Dr. Alexandre de Andrade Pereira e contou com a presença de muitos comerciantes da cidade, além de membros da Associação Comercial e Industrial de Descalvado(ACID), Mesa Diretora do Legislativo e o prefeito Luis Antônio Panone (PPS).

Segundo o promotor, a inclusão do plástico na sociedade é recente e a lei é mais uma readaptação aos velhos costumes, já que o homem utiliza o plástico no comércio há, somente, 50 anos. “As gerações passadas faziam compra e não recebiam a sacola de plástico. O que pretendemos hoje não é uma inovação, mas o resgate de um hábito que já existiu. Por quê não eliminar essa quantidade absurda de sacolas plásticas em Descalvado?”, indagou o propositor da lei.

Quanto à questão ambiental o promotor de justiça ressaltou um trecho da Constituição Federal: “Todas as leis buscam seu fundamento de validade na Constituição Federal. No que toca ao meio ambiente, ela diz que todos têm direito ao meio ecologicamente equilibrado e à qualidade de vida. É dever do Poder Público e da coletividade, defendê-lo e preservá-lo. Os recursos naturais não nos pertencem, apenas o tomamos emprestado de nossos filhos e netos. Eles têm o mesmo direito que temos ao meio ambiente equilibrado. O que é um incômodo, frente ao objetivo que pretendemos alcançar?”.

Comerciantes

Os comerciantes são a favor da implantação da medida. “Apesar de já trabalharmos com sacolas recicláveis, sou a favor da lei. Acho que temos que beneficiar o meio ambiente e o cliente deve se adaptar e usar a sua própria sacola”, afirma Aline Biazi, comerciante do ramo de celulares. O fato também é importante na economia dos mercados e lojas do município, já que milhares de sacolas deixam de ser compradas pelo comércio local, gerando cortes nos gastos destes estabelecimentos.

A lei proibirá somente sacolas plásticas com alças, usadas no transporte do produto, ou seja, produtos de açougue e de hortifruttigranjeiros seguem sendo embalados em recipientes plásticos. Embalagens de presente nas lojas também não representam problema algum.

População

O tema é polêmico no município e gera várias opiniões entre a população. Com a proibição por lei das sacolas plásticas de todo o comércio da cidade muitos terão que adquirir sacolas recicláveis, que são vendidas no próprio comércio e nem sempre são baratas. “A alternativa é boa para o meio ambiente, mas quem deveria ceder as sacolas alternativas e recicláveis ao consumidor são os comércios, mas isso será difícil, pois essas sacolas são caras”, opina o vendedor de carros Renato Massoli.

A dona de casa Lina Mancini, além de achar a iniciativa válida, sugere alternativas para transportar os produtos comprados no comércio. “As sacolas plásticas são devastadoras para o meio ambiente. Além das sacolas recicláveis, podemos usar caixas de papelão ou madeira, existem carrinhos de compra portáteis, alternativas surgem”,diz.

Apesar de diferentes, as opiniões enxergam o mesmo lado positivo na lei, como conclui Aaron Salzano Gentil, estudante de Psicologia.“Acho excelente esta lei. Antes achava que não entrava a questão de praticidade e somente o fato das sacolas plásticas fazerem mal ou não ao meio ambiente, e elas realmente são prejudiciais. Então acho correta a proibição”, opina.



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