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Araraquara tem cena cultural mas faltam mais profissionais no segmento

Por: FÁBIO MAGDALENA MICELI

20/06/2008

Araraquara tem na sua história recente nomes importantes que fazem parte, hoje, do cenário cultural nacional. São artistas que acreditaram na luta pela arte na cidade e se destacaram além dos seus limites: o escritor Ignácio de Loyola Brandão e o diretor teatral José Celso Martinez Corrêa são exemplos. Atualmente, os eventos culturais são constantes na cidade e, apesar da maioria das produções serem de fora, há preocupação com a arte local, o que leva alguns artistas a pleitearem maior profissionalização no setor.

O secretário municipal de Cultura, Lauro Monteiro, ressalta que a cidade já contou com uma Escola de Belas Artes em meados da década de 50 e que, nesse mesmo período, Luiz Antonio e José Celso Martinez Corrêa se destacavam no teatro. Wallace Leal Valentin Rodrigues, além de produzir cinema, desenvolveu várias peças teatrais no antigo Teatro Municipal de Araraquara (demolido em 1966), palco de óperas e grandes espetáculos.

Desde 2001, Araraquara conta com a Secretaria Municipal de Cultura, fator principal para se pensar numa política pública de cultura, afirma o secretário. “Como um bom exemplo, anterior a 2001 havia em Araraquara cerca de dez grupos de teatro; atualmente, contamos com trinta grupos em atividade". O Secretário enfatiza a existência de um calendário oficial de atividades culturais abrangendo diversas áreas e linguagens artísticas.

Euzania Andrade, artista plástica que também estava à frente do plano de cultura implantado em 2001, defende que desde então houve um avanço em relação ao mercado de trabalho na área, tanto com oficinas realizadas por artistas quanto no próprio poder público.

A professora, doutoranda em arte e educação, afirma que há muitos espaços de arte na cidade, mas que a questão maior é, muitas vezes, a falta de projetos condizentes com a realidade. “O romantismo em torno da arte não existe mais [...] É preciso saber escrever, apresentar o projeto, ter conceito”, aponta Euzania.

Araraquara possui uma cena cultural movimentada. Essa é a opinião do animador cultural Wagner Palazzi, na cidade desde o início de 2007, sobre o bom público participante em diferentes tipos de eventos culturais. “As pessoas aqui têm o hábito de consumir cultura, independente do que for”.

Em relação à produção cultural local, Wagner Palazzi afirma que, apesar de existir pessoas ligadas ao trabalho cultural na cidade, a produção poderia ser maior se houvesse profissionalização desses agentes. Assim como Euzania Andrade, Wagner defende que falta um corpo técnico público mais especializado e com critérios específicos que deveriam ir além do financiamento de projetos na área. “Falta produtor cultural na cidade”, conclui a artista.

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