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Posto de Saúde de Santa Adélia lança campanha de doação de leite humano

Por: ALINE GABRIELA MACIEL

16/10/2007

O número de mães que não conseguem alimentar seus bebês está crescendo em Santa Adélia, causando a necessidade de suprimentos alimentares para os bebês. Por essa razão, o posto de saúde e a Secretaria da Saúde local lançam a campanha de doação de leite humano, o “Doe Leite, Doe Vida".

O leite materno deve ser o único alimento ingerido pelo bebê nos primeiros seis meses de vida. O alimento é capaz de reduzir em até um quinto os índices de mortalidade infantil em países em desenvolvimento, como o Brasil. Muitas mães não podem amamentar seus filhos por tomarem medicamentos que não permitem o aleitamento ou por outras causas, como a depressão pós-parto ou mesmo por não produzirem o alimento em quantidade suficiente.

Por orientação da secretária da saúde, enfermeira Ana Luisa Mendonça, foi feito um levantamento na cidade com mães que não estavam alimentando seus filhos com leite humano. Ana Luisa relata que na maioria dos casos a mãe estava alimentando seus filhos com o leite de vaca e da forma errada, pois para bebês recém nascidos existe uma tabela de quantidades que os bebês podem ingerir por dia.

A campanha pela doação de leite humano ainda não começou mas já conta com o apoio de muitas mães que produzem leite em quantidade maior que o necessário para alimentar seu filho. Mas é preciso aumentar o número de doadoras. Por isso, cartazes em pontos de grande frequência de público e contatos com mães nos próprios postos de saúde buscam incentivar a doação de leite.

Para ser doadora a mulher deve ser sadia, não estar usando medicamentos e estar amamentando. A campanha começa oficialmente no próximo dia 23 de outubro. As mães interessadas na doação serão cadastradas e passarão por uma aula com um médico, para aprender a extrair o leite de seu seio.

A coleta será feita pela próprias doadoras, em suas casas. Diariamente uma agente da saúde passará na casa de cada doadora para recolher o leite, que será armazenado em local apropriado, de onde será fornecido às crianças cujas mães não as amamentam.

Já existe um cadastro dos bebês que necessitam do leite materno. Cristina Alves não amamenta seu filho recém nascido porque parou de produzir leite no pós-parto. Ela é uma das mães que aguarda com ansiedade a distribuição do leite humano para seu bebê.

Patrícia Roque será uma das doadoras do leite humano. Ela quer ajudar essas amães e esses bebês que precisam da doação mas espera algo em troca. Com a doação acha que voltará mais rapidamente ao seu peso normal. Mas ela sabe que o ato de sugar é importante para o desenvolvimento da face, da dentição e da fala da criança e para a sua respiração.

O ideal, dizem os especialistas, é que toda criança seja amamentada exclusivamente só no peito até os 6 meses e depois continue no peito até os 2 anos de idade ou mais, porém com alimentação complementar (papas de frutas e de outros importantes alimentos como arroz, carne, feijão, legumes e verduras).

Leite de vaca

Na falta do leite humano ou de outro substituto adequado, pode-se oferecer leite de vaca à criança. Mas há limites a serem seguidos, de acordo com a faixa etária. As mães devem procurar orientação especializada junto aos postos de saúde.

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