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Obesidade infantil preocupa pais

Por: TAMIRES GONÇALVES DA SILVA

29/08/2007

A obesidade infantil aumenta significativamente e determina complicações na infância e na vida adulta.A vida sedentária das crianças,o tempo gasto frente à televisão e o computador;bem como a dificuldade de brincar na rua e explorar o corpo e o apelo comercial por guloseimas sem nenhum valor nutricional são fatores externos que predispõem à obesidade infantil.

A esta situação somam-se a discriminação social, o afastamento das atividades em grupo,o isolamento, dificuldades com a expressão dos sentimentos,a baixa auto-estima e problemas escolares.

De acordo com a psicóloga Dra. Patrícia Marques Luiz,de Araraquara(SP),o tratamento começa com uma avaliação para saber o que levou a criança a comer exageradamente. Todo o tratamento conta com a presença dos pais.“É um trabalho em equipe: o psicólogo, os pais, a criança, o nutricionista, o preparador físico e é importante o encaminhamento do pediatra para todos nós”,explica.

Ela afirma que entre os sintomas mais comuns estão a ansiedade por algum motivo, viagem, escola, prova e a ociosidade que é a falta do que fazer e, então, a alimentação errada.

E o mais importante é que o psicólogo não receita remédio, trabalha com o psicológico da criança para um bom entendimento de uma alimentação correta, uma aceitação da dieta."Tudo para melhor qualidade de vida”.

O nutricionista, Dr. Gabriel Cairo Nunes, diz que pais o procuram, muitas vezes, não para que seus filhos percam peso e sim porque a criança já esta com problemas ortopédicos, de colesterol, entre outros.

Para ele,“os pais precisam ensinar seus filhos a terem uma educação alimentar, pois muitas crianças não comem verduras porque seus pais não compram, porque eles mesmos não comem e, também, se a criança come comida gordurosa, bolacha, salgadinho é porque seus pais compram",comenta.

"Quando seus filhos tiram boas notas levam para comer pizza, lanche, sorvete e, sem dúvida, o maior problema para tirar da alimentação de uma criança é o refrigerante e os fast food", alerta.

Nunes afirma que dieta é um padrão estabelecido e a orientação é bem melhor porque fica na cabeça da criança e é para vida inteira.

Vanessa Leite, 45, tem seu filho obeso que passa por discriminação na escola.“Muitas vezes chega chorando, mas não adianta falar, adora comer doces, salgado, pizzas, tudo o que não pode. Passa o dia inteiro na frente do computador e custa tirá-lo para comer",relata.

Seu filho tem o acompanhamento de psicóloga e também de nutricionista."Luto com esse problema, há três anos, e só agora comecei com o acompanhamento profissional".

E.S.,7, diz que sofre por ser obeso, mas que não gosta de comer verduras e seguir a dieta que é muito ruim e também não gosta de praticar esporte. ”Prefiro assistir televisão, ir na Lan House jogar com os amigos e conectar a internet",diz.



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