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São Carlos tem redução no número de postos interditados por adulteração

Por: TATIANE FURUKAWA LIBERATO

30/03/2007

Quatro postos de combustíveis de São Carlos continuam impedidos de funcionar, devido à comercialização de combustíveis adulterados. O número já foi maior. No final de 2006 uma relação divulgada pela ANP listava treze estabelecimentos da cidade nessa condição.

A Coordenadoria Especial de Fiscalização da ANP divulgou, em dezembro de 2006, a lista dos dois mil postos no Estado de São Paulo interditados pela qualidade do combustível. São Carlos apareceu com treze postos. Na lista de janeiro o número foi reduzido para onze e, atualmente, há quatro postos impedidos de funcionar.

João Carlos de Francisco, funcionário da Assistência do Sindicato dos Frentistas de São Carlos, aponta os estabelecimentos ainda interditados: Auto Posto Estância Suíça, Posto Extra da Rede Procópio Ltda., filial do Posto Extra na Vila Prado e Posto Dinâmica.

De acordo com a Agência Nacional do Petróleo (ANP), adulteração é “a mistura de determinada substância diferente ou acima das especificações permitidas, originando um produto de qualidade inferior”. Neste processo, diversos produtos podem ser utilizados, tais como água, álcool e, em alguns casos, solventes. Essas substâncias estão relacionadas à composição do combustível mas em doses excessivas prejudicam a qualidade do produto adquirido pelo consumidor.

Luciano Cardoso de Oliveira, proprietário de uma oficina mecânica na cidade, afirma que o uso de combustível adulterado pode causar sérios danos ao veículo. Falhas repentinas no motor com desempenho e rendimento baixos, marcha lenta irregular, perda de potência e de força, aceleração lenta, danos na bomba de gasolina, deterioração no sistema de injeção eletrônica e ainda, entupimento no bico injetor, são os principais problemas listados por Oliveira.

“Para eliminar o problema, todo o combustível do tanque deve ser retirado e o veículo reabastecido em algum posto de confiança do consumidor. Em alguns casos, quando não houver ´reanimação´ do veículo, deve-se trazer à mecânica para limpeza dos bicos injetores e giclês do carburador. E ainda nas situações mais graves, será necessária a troca do filtro de combustível e da mangueira", ensina o mecânico.

O comerciante José Reinaldo de Castro, 53 anos, vítima de combustível adulterado, relata que os primeiros sintomas percebidos foram rateamento no motor, marcha lenta irregular e na partida. “O motor engasgou e apagou com freqüência, estacionei o carro depois de 5 quilômetros, tirei toda gasolina do tanque e abasteci em outro posto de confiança", relatou Castro. Por desconhecer seus direitos, o comerciante não procurou o posto que forneceu combustível adulterado para ressarcir seus prejuízos. Preferiu não voltar mais lá.

Estudante de Direito em São Carlos, Aline Danini também foi vítima da adulteração. “Abasteci meu carro e só me dei conta depois de quinze minutos de percurso. A aceleração estava baixíssima. Voltei para o Posto onde havia abastecido e exigi ressarcimento. Eles cuidaram do veículo e voltou a funcionar normalmente, sem troca de peças. Não fizeram o teste do combustível no momento porque não solicitei, mas ainda hoje quando abasteço em qualquer posto desconhecido, exijo o teste de proveta e a nota fiscal", diz Aline.

Segundo Lei estadual, quando acontece venda, transporte e armazenamento de combustível adulterado, a inscrição estadual do posto deve ser cassada. O infrator fica impedido de atuar na área durante cinco anos e para voltar a trabalhar, o proprietário precisa de uma nova inscrição estadual.

Serviço

O consumidor precisa ficar sempre atento, pois não pára de crescer o número de postos revendedores que são multados ou têm o alvará de funcionamento suspenso. As recomendações básicas são:

- Abastecer sempre no mesmo posto (de confiança), e exigir a nota fiscal;

- Desconfiar do preço baixo do combustível;

- Verificar se o posto controla a qualidade do combustível, se a bandeira (marca) corresponde à informada na bomba e se a placa da ANP com o telefone da Central de Atendimento ao Consumidor está visível;

- Na desconfiança de adulteração, solicitar o teste de proveta, que é obrigatório, estabelecido pela Portaria nº 248/00 da ANP, onde o teor da quantidade de álcool na gasolina é medido.

Para denunciar gasolina adulterada, deve se fazer contato com a Agência Nacional do Petróleo (ANP), no fone 0800-900267, ou no site www.anp.gov.br - Espaço do Cidadão.

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