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População ainda desconhece os sintomas da epilepsia

Por: CRISTIAN ANSELMO PAIUTTA

04/04/2007

A presidente da Associação Brasileira de Epilepsia (ABE),a neurologista mestre e doutora Laura Guilhoto, diz que a epilepsia tem como maior meta “quebrar o tabu do conhecimento, uma vez que a população não conhece seus sintomas”.

Ela orienta que quando se deparar com uma pessoa em crise, todos podem ajudar, basta confortá-la e segurá-la para que não se machuque até que a crise passe."Manter a calma é muito importante. Em seguida o paciente sabe que medidas tomar, no caso se medicar e procurar um médico. As pessoas temem o que não conhecem", diz a doutora.

A ABE é composta por profissionais da área de saúde, pessoas com epilepsia, seus familiares e voluntários e vem mantém,ao longo dos anos, um programa de divulgação junto à sociedade sobre as dúvidas mais comuns relacionadas ao tema.

Na região tem uma de suas sedes em Ribeirão Preto(SP) e disponibiliza atendimento gratuito à população na Rua Alagoas, 349 – Campos Elísios – (16) 3602-2613.

Saiba o que é a epilepsia

A epilepsia é uma alteração na atividade elétrica do cérebro, temporária e reversível, que produz manifestações motoras, sensitivas, sensoriais, psíquicas ou neurovegetativas (disritmia cerebral paroxística). Estas alterações geralmente duram de poucos segundos há alguns minutos.

De acordo com o grau de comprometimento dos hemisférios cerebrais, a crise convulsiva pode ser de diversos tipos. Pode ser apenas uma “crise de ausência”, quando o doente fica parado e ausente enquanto durar a crise e retornando onde tinha parado em seguida. Pode ser uma crise parcial simples ou complexa, na forma simples ocorrem apenas alterações na percepção do paciente em relação ao meio exterior, como medo e outras emoções, na forma complexa o paciente perde a consciência.

Estimativas

Estima-se que cerca de 2% da população mundial tenha epilepsia, número que pode ser maior em países em desenvolvimento. Apesar da maioria dos portadores de epilepsia, cerca de 70%, apresentarem formas benignas, que serão tratadas e controladas apenas com um tipo de medicação.

Ainda existe muito sofrimento perante o impacto do diagnóstico e suas conseqüências. Desde há muito tempo, a epilepsia vem sendo estudada, no entanto infelizmente ainda predomina a falta de conhecimento junto à sociedade, que muitas vezes não confere às pessoas com epilepsia as mesmas oportunidades de um indivíduo considerado normal.

Sabe-se que, a maioria dos indivíduos com epilepsia tem inteligência normal e alguns se tornam até grandes expoentes em suas épocas, como o caso de Flaubert, Dostoiévski, Machado de Assis, e outros. Mas, na prática, é difícil encontrar um tratamento adequado e não ser discriminado socialmente.



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