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Comunicados Oficiais - UNIARA (COVID-19)

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UNIARA

Ageuniara

Mulheres estão preocupadas com o uso de produtos

Por: RITA DE CASSIA MUCIO

27/03/2007

Não é raro encontrar casos em que produtos químicos e cortes feitos por maus profissionais estragam o cabelo podendo levar o cliente à depressão já que, principalmente entre as mulheres, o cabelo tem grande efeito na auto-estima.

O trabalho do cabeleireiro influencia no humor, na autoconfiança e também na socialização, pois a estética é muito valorizada na sociedade.

Os cabelos assinalam diferenças sociais, profissionais, religiosas e, em alguns países, até mesmo um posicionamento político. Perder essa característica pode significar a perda de identidade pessoal.

O gerente do Codecom, Washington Coutinho Pereira explica que o Código de Defesa do Consumidor atinge o trabalho de cabeleireiros, uma prestação de serviço como outra qualquer.

“No Codecom temos poucas reclamações, mas isso não significa que não ocorra nenhum problema. Geralmente são valores pequenos e as pessoas preferem não procurar a instituição”.

O advogado revela que presenciou apenas duas situações em Araraquara(SP). Em uma delas a cliente procurou a Defesa do Consumidor após um aplique capilar mal feito. “O caso foi notificado e a cabeleireira se dispôs a retirar o aplique e devolver o dinheiro”.

O outro não envolvia profissional da área, pois a pessoa fez uma tintura em sua própria casa e teve danos no cabelo. “Ela reclamou do produto e nós procuramos um profissional para ver o que tinha acontecido, a fim de analisar se a reclamação era cabível. Foi verificado que a pessoa já tinha química no cabelo e que ela não poderia ter utilizado o produto”, conta. No caso de negligência do usuário, o fabricante não pode ser punido.

Pereira explica que a primeira atitude que a pessoa deve tomar é procurar o profissional e dar a oportunidade de corrigir.“Se isso for impossível, o cliente pode tentar uma indenização”, explica. A indenização é possível sempre que houver um dano moral ou material.

Conhecimento

Muitos erros acontecem por falta de conhecimento do profissional. Alguns acreditam que para exercer a profissão basta apenas gostar de mexer com cabelos, mas existem várias outras providencias que devem ser tomadas antes de abrir um salão.

Pereira lembra que o profissional deve estar atento à higiene do local, além dos equipamentos mínimos e metragem do salão, regulamentado pela prefeitura. Ele afirma que não existe um sindicato para fiscalizar esse tipo de serviço.

Marli Alves, cabeleireira há cerca de 25 anos, é dona de um salão em Araraquara,informa que começou como assistente de cabeleireira e, em seguida, fez um curso básico para se tornar profissional.

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