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Universitários de São Carlos investem no trabalho informal

Por: ANDRÉ LUIS DOS SANTOS

08/11/2006

São Carlos(SP) possui duas grandes universidades públicas, a Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) e a Universidade de São Paulo (USP).

Para a realização do curso de graduação, São Carlos torna-se a cidade onde muitos estudantes têm de morar longe da família, durante todo o período letivo.

Muitos, vindos de longe para estudar, acham elevado o custo de vida e procuram residir nos alojamentos oferecidos pelas universidades, kitnetes ou dividem casas de aluguéis com outros alunos.

Para conseguir se estabelecer, durante todo o período do curso, o dinheiro recebido através dos pais ou obtido, através de algum auxílio, não é suficiente para se manter e, por isso, muitos estudantes investem no trabalho informal.

Com o dinheiro obtido nestes tipos de trabalho, conseguem comprar livros didáticos, além da ajuda nas pesquisas e participação em congressos realizados fora cidade.

Este tipo de emprego esporádico, conhecido como “bico” está cada vez mais em alta entre os universitários.Lauro Ferreira Silvério, de Fortaleza(CE) é aluno do terceiro ano de Fisioterapia e reside no alojamento oferecido pela UFSCar.

Adepto dos trabalhos como bico, ele trabalha num buffet na cidade de São Carlos, desde o começo deste ano, e garante que o trabalho só lhe faz bem. “Além da renda extra que posso contar, tenho a oportunidade de conhecer pessoas aqui da cidade e degustar de boa comida sem precisar pagar por isso” revela ele.

De acordo com informações dos alunos e das Atléticas de cada Universidades, os principais bicos exercidos pelos estudantes são de garçons, professores substitutos, babás e ajudantes de serviços gerais.

Aluno do segundo ano de Engenharia Física na USP, Renato Gávea Satinon explica que consegue tirar quase R$650,00 trabalhando como garçon nos restaurantes da cidade. Ele conta que não tem um lugar fixo para trabalhar e assim pode obter mais dinheiro de acordo com a necessidade dos empregadores.

“Vale a pena, pois se dependesse exclusivamente dos meus pais, a verba ficaria cada dia mais apertada”,diz. Renato morava com a família em Ubatuba (litoral norte de São Paulo)e conforme relata, seus pais não têm como sustentâ-lo com regalias em São Carlos.

Para o psicólogo Renato Perussi, o emprego esporádico é uma boa chance para o estudante conhecer um pouco mais sobre si mesmo.

Ele ressalta a importância deste tipo de trabalho para o jovem que mora fora de casa."A dificuldade torna-se menor, pois o estudante começa a ficar mais dependente de si mesmo e conseqüentemente cria mais maturidade e senso de responsabilidades", diz.



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