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População busca alternativas para aumentar segurança

Por: FERNANDO HENRIQUE MARTINS DA SILVA

13/05/2005

Com a crescente criminalidade, a população dos grandes centros procura alternativas para segurança. Hoje, esta realidade chega à cidades de médio porte como Araraquara (SP).

Três soluções têm despontado no segmento da segurança: os edifícios e condomínios fechados, os serviços de proteção particular e a implantação de equipamentos eletrônicos.

De acordo com Celso Haddad, diretor de marketing de uma imobiliária de Araraquara, nos últimos tempos está acontecendo uma forte corrida rumo aos edifícios e condomínios fechados. “Esta tendência já surge há algum tempo, principalmente, em função do aumento da criminalidade”, disse.

Haddad confirmou também que os condomínios estão “mais em moda” do que os edifícios, porém ambos contam com público distinto. “Existem pessoas que não gostam de apartamentos, e outras que não deixam seus edifícios”, comentou. Um pequeno apartamento de dois dormitórios na região central de Araraquara custa cerca de R$ 70 mil.

Segundo ele, toda a cidade acaba por se transferir para os condomínios como é o caso de Alphaville, na capital paulista. Lá os condôminos contam com toda infra-estrutura da região central da cidade, sem sair das muralhas do condomínio.

“Se por um lado podemos deixar as crianças brincarem livres, por outro nos vemos cercados como se voltássemos a viver em feudos”, disse Haddad. Hoje, apenas na imobiliária de Haddad, estão a venda mais de 700 lotes em condomínios espalhados por Araraquara.

O ramo da segurança patrimonial privada também vem despontando. Não é difícil ver vigilantes em shoppings, edifícios, entidades públicas, empresas, indústrias e até escolas.

“Este mercado vem crescendo. Vemos que as pessoas estão deixando de contratar os seguranças informais, passando seus serviços a empresas legalizadas, registradas na Polícia Federal, e em consonância com a lei 7.602”, falou Ildefonso Neto, diretor administrativo de uma empresa de segurança patrimonial de Araraquara.

A empresa de Neto conta com cerca de 300 vigilantes escalados em diversos turnos. Depois de passarem por treinamento na academia estão aptos a desempenhar suas funções com ou sem arma.

Segundo Neto, os condomínios absorvem cerca de 20% da demanda de serviços. “Hoje o crime se sofisticou, portanto, o combate a ele também. Porém, devemos lembrar que somos seguranças de particulares. Não fazemos e nem podemos agir como polícia. Isso cabe à segurança pública”, completou.

Outra área da segurança que tem grande procura é a de equipamentos eletrônicos. Alarmes, cercas-elétricas e circuitos fechados de televisão (CFTV) são alguns dos itens oferecidos.

“Antes a população apenas nos procurava para instalação de portões eletrônicos. Hoje, os alarmes estão em muitas residências, porém a ‘febre’ do momento são as cercas-elétricas”, disse Gislaine Lima, gerente de uma empresa do ramo de equipamentos eletrônicos de segurança.

Segundo Gislaine, os circuitos de televisão ainda são caros e não saem por menos de R$ 3 mil. “Apenas empresas, condomínios, escolas e indústrias utilizam mais frequentemente”.

Com preços mais modestos, os alarmes e cercas são mais usados em residências. Com cerca de R$ 500,00 um kit-alarme pode ser vendido. Já oitenta metros de cercas-elétricas instaladas custam cerca de R$ 620,00.



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