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Trabalho informal cresce em Matão

Por: RICHARD JOSE SELESTRINO

23/08/2004

Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística(IBGE) a taxa de desemprego no Estado de São Paulo sofreu queda nos últimos meses. A pesquisa do IBGE revela ainda que a informalidade atinge 36% da população economicamente ativa.

Em Matão(SP) o setor de agronegócio foi o principal causador da queda, porém a abertura de novos postos não absorveu o total de desempregados na cidade.

Uma das conseqüências do desemprego é a informalidade. A população vê a sua porta sacoleiras e biscates. As principais avenidas da cidade são pontos de comércio de ambulantes. Têm barracas de pastéis e até churrasco.

Há quinze anos fora do mercado de trabalho formal, Silvana Val se vira como pode. É manicure e também revende cosméticos para complementar a renda da família, porém ela sente falta da segurança fornecida pelo registro em carteira.

"Se ficar doente não terei amparo algum", relata. Outra questão levantada por ela é o desconforto que sofre ao tentar crédito no comércio. "Por não ter como comprovar renda dificilmente compro alguma coisa a prazo", diz.

Situação parecida é a do casal Anderson Pontes e Rute Pontes que encontraram o sustento da família na comercialização de pastéis. Ele está desempregado há três anos e sua esposa há cinco.

Fora do mercado formal o trabalhador deixa de contribuir para órgãos como o Insitituto Nacional do Seguro Social (INSS) que possui uma receita maior que a arrecadação. Ele também fica sem amparo social como Auxilio Doença, Fundo de Garantia do Tempo de Serviço( FGTS) e Seguro Desemprego.

Segundo o prefeito Jaime Gimenes (PSDB), a cidade perde em arrecadação com a informalidade, mas enquanto a situação do desemprego não é solucionada a prefeitura não pode impedir que essas pessoas ganhem o seu sustento.

"Não podemos impedir que essas pessoas trabalhem no mercado informal sem que a questão do desemprego seja solucionada", diz.

Ele informa que a administração tenta atacar o problema investindo em programas de qualificação profissional como convênios com o Senai e também o BB Educar.

"Nos últimos anos formamos 1500 alunos nos projetos BBEducar e Brasil Alfabetizado", conta. A Escola Técnica Sylvio de Mattos Carvalho, ministra cursos profissionalizantes na área mecânica, elétrica e informática.

Mas o mercado informal também é formado por pessoas que trabalham por prazer e não apenas por necessidade, é o caso Lorivaldo Ferreira Santos. Aposentado há dez anos, ele continua trabalhando e voltou a estudar através do projeto de alfabetização BBEducar.

"Nunca deixei de trabalhar porque não consigo ficar parado, preciso produzir", diz. Ele comercializa churrasco numa das ruas mais movimentadas da cidade.



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