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Trânsito de ciclistas depende de projeto

Por: PATRICIA MENEZES FERREIRA POMBO

20/04/2004

O Parque Infantil é tradicionalmente um local que atrai a população para a prática de exercícios físicos como caminhadas e alongamentos.

O trânsito de ciclistas é proibido, mas essa proibição nem sempre é cumprida, o que tem gerado discordância entre ciclistas e freqüentadores.

A proibição incomoda os freqüentadores do Parque que dizem que alguns ciclistas abusam da velocidade num local destinado para caminhadas. Por outro lado, os ciclistas reclamam da falta de um local onde possam transitar, como uma ciclovia.

O vendedor ambulante Jéferson Ferreira da Silva, que há dois meses vende cachorro-quente no Parque, diz que são poucos os ciclistas que abusam da velocidade, mas há alguns que oferecem riscos às crianças que estudam na creche (CER Leonor Mendes de Barros) situada no local.

"Vi umas oito ou nove vezes a Guarda Municipal aqui, mas eles ficam apenas 15 minutos", diz o vendedor.

Silva acredita que uma ciclovia resolveria a situação."Vi uma ciclovia na Praia Grande e achei bom, não teria tanto perigo".

Luís Gustavo Crepaldi, ciclista que passa pelo Parque Infantil duas vezes por semana diz que para não passar nos paralelepípedos, corta caminho pelo Parque Infantil.

Crepaldi conta que ele e um amigo foram abordados pela Guarda Municipal,."Como nós saímos correndo na abordagem, a Guarda Municipal disse que se nos encontrasse novamente andando de bicicleta no Parque, apreenderia nossas bicicletas".

O proprietário da banca de jornal localizada no Parque, que não quis se identificar por medo de represálias de gangues que andam de bicicleta , diz que precisou colocar a banca mais próxima ao canteiro, pois muitos adolescentes de 10 e 11 anos sofriam acidentes colidindo com a banca.

Ele diz que à noite é o pior horário, quando o movimento é maior e há muitos ciclistas no meio das pessoas que fazem caminhadas, que não respeitam o trânsito, andam na calçada e atravessam a rua em alta velocidade, com o semáforo aberto.

O jornaleiro diz que não é necessário o carro da Guarda Municipal, mas pelo menos um ou dois Guardas Municipais fazendo plantão.

O Comandante da Guarda Municipal e Capitão da 3ª Companhia da Polícia Militar, Capitão Humberto Gouvêa Figueiredo,explica que a ausência de uma legislação de trânsito que regulamente a apreensão de bicicletas impede as punições.

"A solução seria a criação de normas de trânsito municipais, como o projeto de identificação de bicicletas, já aprovado pela Câmara Municipal e que será implantado em menos de 180 dias", observa.

A identificação de bicicletas será através de um selo e não uma placa, que terá todos os dados do proprietário."Esse sistema ajudará muito nas normas de trânsito e inclusive na solução de crimes como furto de bicicletas", completa Figueiredo.

O objetivo da Guarda Municipal, segundo o Comandante, não será apreender as bicicletas e sim orientar, advertir o ciclista para não circular no local. A Guarda Municipal até ofereceria um curso de conscientização para esses ciclistas.

"A apreensão será a hipótese mais extrema", diz o Capitão.

A falta de habilitação para andar de bicicleta também é outro problema, pois faz com que muita gente não conheça o significado das placas de trânsito.

O Capitão não é favorável a total proibição de ciclistas no Parque Infantil. "Alguns ciclistas entram com a bicicleta apenas para fazer exercícios nas barras para não ter que deixar a bicicleta nas ruas".

Figueiredo também acredita que uma ciclovia seria o ideal para os ciclistas, ou mesmo a delimitação de um espaço dentro do Parque, "mas isso é coisa para o futuro", conclui.



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