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Araraquara gera empregos com proteção ao meio ambiente

Por: EDGAR SANTA ROSA ESTEVES

07/04/2004

Desde novembro de 2003,o posto de Araraquara recolheu e encaminhou aproximadamente 110 mil embalagens, para as centrais de recebimento, com o objetivo de serem recicladas ou incineradas.

A implementação da central, segundo o Instituto Nacional de Processamento de Embalagens Vazias(INPEV) possibilitará a criação de oito novos postos de trabalho e investimento de R$ 50 mil.

Na opinião do secretário municipal de desenvolvimento de Araraquara, Paulo Sérgio Sgobi, a implantação da central vem de encontro ao anseios do prefeito Edinho Silva(PT), em transformar a região do Pinheirinho em um grande pólo reciclador.

Sgobi tem como prioridade predispor às diversas pessoas que vivem da reciclagem, condições mínimas de cidadania. "Esse projeto de transformação do posto em central é de extrema importância e a doação da área, por parte da prefeitura, pode ser considerada como certa",afirma.

Segundo Evandro Pacheco Lustosa, presidente da Associação das Revendas de Defensivos da Região de Araraquara, é importante o recolhimento das embalagens de defensivos agrícolas.

Em quatro meses, Araraquara retirou do campo 110 mil embalagens potencialmente perniciosas ao meio ambiente.

"Em um ano esse número pode chegar a 330.000 embalagens, em 5 anos um milhão 650 mil", contabiliza Lustosa

De acordo com a INPEV, em 2003, São Paulo retirou do campo 685 mil toneladas de embalagens a menos que o Paraná.

"É o estado que mais cresce na recepção de embalagens de Agrotóxicos", diz o egundo o engenheiro agrônomo Paulo Tiburcio, do INPEV.

Ele informa que em janeiro de 2004, São Paulo contabilizou 212.936 toneladas de embalagens recepcionadas. No mesmo mês, no Paraná, estado que mais retirou embalagem do campo em 2003, o total não chegou a 197.978 toneladas.

O caminho é ainda muito longo para que o recolhimento de embalagens possa ser considerado satisfatório. "O estado de São Paulo recolheu em 2003 somente 23,4% das embalagens introduzidas em seu mercado agrícola.

"As não recolhidas tem diversos destinos. Podem ser queimadas, enterradas, reutilizadas, se transformam em vasos de flores e mudas, jogadas em rios, canaviais, e outros destinos", observa Tiburcio.

Para ele os dados são escassos ou praticamente inexistentes a respeito do destino das embalagens não devolvidas.

O INPEV deverá disponibilizar verba de R$ 50 mil para viabilizar a transformação do posto de Araraquara em central.

Com essa verba serão construídos três novos barracões, além da aquisição de equipamento necessário, como balanças, prensas e carregadeiras.

A prefeitura deve doar área 50% maior do que aquela ocupada pelo atual posto. Da parte do INPEV a viabilização da central, depende apenas de detalhes.

Lustosa, da Associação das Revendas, esclareceu que já esta sendo oficializado o pedido da área exigida pelo INPEV. Ele acredita que, no máximo, em 10 dias o ofício esteja devidamente protocolado na prefeitura.



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