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Justiça condena ex-prefeito de Matão

Por: NORMA DOS SANTOS

20/11/2003

O ex-prefeito de Matão (SP) Luís Tadeo Gimenes foi condenado pelo juiz da 2º vara de Justiça , Jaime Garcia dos Santos Júnior, a pagar oitenta sálarios mínimos, o equivalente a R$19,2 mil , por prática de ato obsceno e desacato a autoridades.

Os crimes,previstos no Código Penal (CP) , teriam acontecido durante a edição de 2002 da Expo Matão. Gimenes que é irmão do atual prefeito Jayme Gimenes ( PSDB) , foi acusado de ter gritado com agentes de trânsito e policiais civis, durante a festa ,e mostrar a genitália, em público , quando abordado pela polícia .

Há ainda informações de que, em 27 de agosto de 2002, ele teria ído ao ginásio de esportes Décimo Chiozini com um carro de som e ao ser advertido pela agente de trânsito, Edna Rosângela Cavalini dos Reis , ele teria a ofendido verbalmente e, em seguida, passou a agredé-la com palavras um outro agente , Vaderlandio Soares de Lima

Em seguida, Gimenes teria desacatado dois policiais civis - Luís Roberto Maturo e José Gonçalves - chamado para detê- lo , xingando-os . Depois, teria tirado a roupa e mostrado a genitália aos presentes.

Na sentença , o juiz destacou ,em suas justificativas , os atos como "condutas reprováveis " e como " uma encarnação emblemática do coronelismo " , dizendo ainda que ele é uma pessoa "conhecida e considerada pela sociedade de Matão", acrescentando que talvez por isso , julgue - se acima de todos a ponto desacatar autoridades.

A sentença inicial foi de prisão em regime semi- aberta por um ano e sete meses , mas como a cidade não consta com esse sistema, a pena foi convertida para o pagamento de multa no valor de oitenta salários mínimos .

O dinheiro deverá ser destinado para alguma instituição de caridade que será determinada pela justiça assim que o processo não for mais passível de recurso .

Em seu depoimento , no processo, Gimenes negou o ocorrido , afirmando tratar-se de uma farsa promovida por uma rede de TV local , que filmou tudo o que ele teria feito .

A decisão da 2ª Vara é passível de recurso no Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ) e no Tribunal Superior de Justiça (TSJ)



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