Flora

Micro-ecossistemas

No Parque do Basalto, é desenvolvido um projeto de criação de microecossistemas nativos e exóticos (de outras regiões do mundo), que trouxe novas paisagens naturais para o local.

No projeto são reproduzidas algumas características dos ecossistemas do cerrado e da caatinga brasileira, da Floresta Amazônica, mata ciliar, vegetação africana e do mediterrâneo, palmeiras e árvores frutíferas nativas e exóticas e outras inúmeras espécies. O trabalho começou há seis anos e já pode ser apreciado, pois a maioria das espécies atingiu o tamanho adulto.

Um mini jardim botânico

O Parque do Basalto se transformou em um minijardim botânico, um espaço onde se estabelecem coleções de plantas vivas originárias de várias regiões do mundo para estudo e adaptação.

O local oferece ao visitante uma educação ambiental completa e esclarecedora.

Curiosidades do mundo vegetal

Dentre as riquezas de espécies encontradas no Parque do Basalto, algumas se sobressaem pela grande carga de curiosidade que despertam no imaginário do público visitante.

É o caso da Talipot, uma palmeira pouco cultivada no Brasil, que tem na grandiosidade sua principal característica. Ela demora de 40 a 80 anos para florescer uma única vez e, logo após esse acontecimento, a árvore morre.

A Talipot possui o maior cacho de flores do mundo vegetal. São sete metros de altura, com cerca de 1 bilhão de flores. Para florescer e caírem as sementes, são mais dois anos de espera. Uma única folha dessa espécie cobre um carro.

No Parque do Basalto, a Talipot ainda é pequena, mas já aguça a imaginação de quem ouve sua história.

Já em relação ao Cuietê, planta do norte brasileiro, a curiosidade está no seu fruto que, do tamanho de uma melancia, é utilizado pelos povos indígenas daquela região como matéria-prima para a construção de tigelas, pratos e cuias.

Além disso, espécie como o Baobá, conhecida pela grande maioria dos brasileiros só pelos filmes que retratam a savana africana, também chama a atenção por estar tão próxima. O Baobá, ainda uma muda no parque, é a árvore gigante da África, também chamada de "árvore garrafa", por armazenar mais de 120 mil litros de água no seu caule.

Há também árvores nativas brasileiras, como o Pau-Brasil, a “árvore símbolo do Brasil”, tão falado, mas tão pouco visto; ou mesmo o Mogno, conhecido por muitos somente em formato de móveis.

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