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Pintura sistêmica pode ser alternativa terapêutica, diz pintor

Por: RICARDO FERREIRA DE BARROS

21/03/2018

O artista plástico Marcelo Miura, de Araraquara(SP) conta que sempre, de maneira involuntária, praticava a pintura sistêmica em suas obras, mas só descobriu isso ao frequentar um curso de artes plásticas, no ano passado. Ao observar sua desenvoltura  ao pintar em vários estilos, do classicismo ao impressionismo, ficou sabendo que essa habilidade se denomina “pintura sistêmica”.

O conceito de pintura sistêmica tem início com as pesquisas do biólogo inglês Rupert Sheldrake, para quem todo ser vivo gera um campo energético que ele denominou morfogenético. Esses campos mórficos possuem energia e informação que permanecem no ambiente, considerando o espaço e o tempo, sem perder sua essência.  

Quando algo é realizado, cria-se um campo de energia. Miura exemplifica citando Monet, um pintor expressionista do Século XIX, cujo estilo pode ser retomado por artistas contemporâneos devido às informações disponíveis no “espaço” do campo morfogenético criado pela ação do artista.  Artistas que dominam essa técnica acessam, através do campo morfogenético, essa sua impressão, reproduzindo o mesmo estilo de pintura de Monet. Ou seja, a pintura sistêmica é a entrada no campo vibracional, energético e informacional de qualquer pintor, captando assim seu estilo artístico.

A arte da pintura sistêmica pode ser realizada de várias maneiras como em uma tela branca, nas técnicas de pintura a óleo, acrílica e também em uma folha de papel. Dentro da pintura sistêmica existem várias técnicas. Uma delas é a espontânea, quando o artista, sem nenhum tema em mente, entra no campo energético do artista de quem busca acessar a técnica e, através desse campo mórfico, alcança uma imagem que atende sua inspiração naquele momento.

Miura às vezes atende pessoas que buscam algum apoio para suas dificuldades emocionais. Nessa situação, usa a técnica da arte sistêmica e, através da pintura, consegue imagens que têm significado específico para essas pessoas. 

A pintura sistêmica como um todo é considerada uma forma terapêutica por proporcionar algum conforto aos interessados. Trata-se de um direcionamento que vem através do canal, que é o artista, e sempre é algo motivador, afável e que ajuda a pessoa a melhorar de alguma maneira a sua vida.

A pintura sistêmica, esclarece Miura, não tem nenhuma ligação com mediunidade, espiritismo ou outra religião. É uma ciência com embasamento na física quântica. O artista funciona apenas como um canal para levar informações que estão no campo morfogenético da pessoa.



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